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quarta-feira, 28 de agosto de 2019

Cientistas alertam para o colapso a floresta amazónica


A Floresta Amazónica continua a arder como resultado das práticas de desflorestação de corte e queimada, e aproxima-se vertiginosamente a um ponto sem retorno.
Nos últimos 50 anos, cerca de 20% da floresta tropical foi queimada ou cortada, de acordo com o The Intercept.



Photo Alzenir Ferreira de Souza

Amazónia destruída pelo homem e pelo fogo



 À medida que os incêndios continuam e as políticas que os “defendem” continuam também, outros 20%, que são 300.000 milhas quadradas, poderão em breve desaparecer também. Nesse ponto, os cientistas alertam sobre um "colapso do sistema em cascata", no qual a Amazónia começa a desmoronar completamente, e libertando uma quantidade devastadora de carbono no processo.
A floresta amazônica costumava ser um grande consumidor de carbono, o que significava um lugar que impedia que vastas reservas de carbono aprisionado, entrassem e aquecessem a atmosfera.




Mas o The Intercept relata que a floresta tropical já foi devastada pela desflorestação a ponto de a floresta remanescente não compensar mais a quantidade de carbono que já foi liberada.
Se mais for devastado ou queimado, as emissões de gases de efeito estufa resultantes seriam equivalentes a uma “bomba do juízo final”, para citar The Intercept, que não apenas levaria ao desmoronamento do resto da floresta, mas potencialmente também ao meio ambiente do planeta.


Photo Gabriel Uchida

Aumenta a preocupação com o degelo da Gronelandia

Seu projeto para a Amazônia é o agro-negócio”, disse Francisco Umanari, chefe indígena de Apurinã, ao The Intercept sobre as políticas ambientalmente perigosas do presidente Bolsonoro. “A menos que o façam parar, ele atropelará nossos direitos e permitirá uma invasão gigantesca da floresta. A apropriação de terras não é nova, mas tornou-se uma questão de vida ou morte ”.



Fonte//The Intercet











domingo, 3 de março de 2019

Ate que ponto as profecias bíblicas estão sendo cumpridas?


Nos últimos anos, tem havido um aumento enorme de pessoas pesquisando no Google sobre o fim do mundo devido ao número de acontecimentos estranhos que têm vindo a acontecer em todo o mundo. Desde furacões estranhos e terremotos poderosos, até acontecimentos apocalípticos que são descritos como tal nas profecias bíblicas.


Photo Infinity Explorers

A isto se soma o número de conflitos políticos, como os da Venezuela, a Rússia, os Estados Unidos, Índia e Paquistão. Não é de surpreender que muitas pessoas se perguntem se estamos nos aproximando do fim dos tempos. Embora a Bíblia seja clara afirmando que nenhum ser humano sabe exatamente quando será o dia do julgamento, ela menciona que haverá sinais sobre uma segunda vinda de Cristo. A juntar a isso, no passado, o mundo testemunhou alguns eventos muito estranhos que parecem tiradas de um filme apocalíptico.


Photo MisterioTV


Começamos com um fenômeno estranho que, está nas profecias bíblicas.
 A Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) alertou para uma praga de proporções bíblicas que se espalhou do Sudão nas duas margens do Mar Vermelho até a Arábia Saudita e o Egito. De acordo com o que os especialistas da FAO explicaram, a praga atual tem sido o resultado de longos períodos de chuva no Sudão e na Eritreia, o que contribuiu para duas gerações de reprodução, o que leva a um aumento anormal na população de gafanhotos
E aparentemente, os próximos três meses serão ainda mais críticos para poder controlar a peste, antes do início da criação de verão. A maior disseminação do surto atual depende de dois fatores essenciais; medidas eficazes de controlo e monitorização em áreas de reprodução de gafanhotos no Sudão, Eritreia e Arábia Saudita e países mais próximos, e a intensidade com que chove entre os períodos de Março e Maio em ambas as áreas do Mar Vermelho e dentro da Península Arábica.

Photo MisterioTV

Judeus preveem o fim dos tempos e querem construção do terceiro templo


Em 24 de fevereiro, em Malta, aconteceu um dos piores furacões na história do país de acordo com as declarações do primeiro-ministro Joseph Muscat, mas depois da grande tempestade, não veio a calma, porque aconteceu situação tão invulgar que causou pânico nos habitantes. Foi a chamada de "chuva de peixes" causados ​​por maremotos. A ilha foi atingida por ventos superiores a 130 quilômetros e causou grandes danos materiais. Mas o mais preocupante foram as ondas, que encheu de peixes as casas, estradas e ruas do país.






Esses são apenas alguns dos estranhos fenômenos que vêm ocorrendo nos últimos tempos. Embora os cientistas tenham dado explicações lógicas sobre esses incidentes, muitas pessoas dizem que, sem dúvida, são os sinais do apocalipse. Especialistas nas profecias bíblicas têm alertado que todos esses fenômenos estranhos espalhar-se-ão por todo o mundo como está no Livro do Êxodo, onde é mencionado que uma praga de gafanhotos era um dos dez castigos que cairiam sobre os egípcios por escravizar o povo judeu.




Eles até afirmam que estávamos errados sobre as profecias feitas pelos maias para 2012, e que essa data foi apenas o ponto de partida de sete anos de tribulação, como indicam as profecias bíblicas.
Assim, o fim do mundo poderia realmente começar em 21 de dezembro deste ano de 2019. Após o fim dos sete dias, uma mudança começaria nos polos que podem ser vistos dos céus que indicarão o fim do mundo.


Cientistas avisam que o oceano está ficando sem oxigênio




Fonte//MisterioTV




domingo, 24 de fevereiro de 2019

O que pode provocar o fim da humanidade?



A extinção da raça humana pode ser um dos nossos pesadelos, e há muitas maneiras pelas quais isso pode acontecer.
A cultura popular tende a se concentrar apenas nas hipóteses mais espetaculares. Basta recordar o asteroide no filme Armageddon ou da invasão alienígena em Independence Day.
Embora seja possível que a humanidade tenha um fim dramático, focar em tais cenários pode significar ignorar ameaças mais sérias que enfrentamos no mundo de hoje.


Photo Gettyimages

Iceberg com 30 vezes o tamanho de Manhatan pode se desprender de Brunt


Ameaças vulcânicas

Em 1815, uma erupção do Monte Tambora, na Indonésia, matou mais de 70 mil pessoas, enquanto lançava cinzas vulcânicas na estratosfera. Isso reduziu a quantidade de luz solar que chegava à superfície da Terra, desencadeando o que ficou conhecido como o "ano sem verão".
O Lago Toba, no outro extremo de Sumatra, conta uma história ainda mais sinistra. Ele foi formado pela erupção de grandes proporções de um super vulcão há 75 mil anos, cujo impacto foi sentido em todo o mundo.
Chegou-se a pensar que o acontecimento tivesse provocado um dramático declínio da população de seres humanos primitivos, mas nunca ficou provado que acontecesse.
Mas embora a perspetiva de erupção de um super vulcão seja aterrorizante, não devemos nos preocupar muito. Os super vulcões e outros desastres naturais, como um asteroide atingindo a Terra ou uma estrela explodindo na nossa vizinhança cósmica, tem a mesma probabilidade de acontecer ​​em 2019 do que em qualquer outro ano,  e as probabilidades são muito baixas.






Ameaças crescentes

O mesmo não pode ser dito a respeito de muitas ameaças globais induzidas pela atividade humana.
Por exemplo, a OMS (Organização Mundial da Saúde) e o Fórum Econômico Mundial listaram as mudanças climáticas e seus efeitos como um dos principais riscos para o planeta em 2019.
Em conferências conduzidas recentemente pela ONU, os investigadores chegaram a dizer que a mudança climática  era "uma questão de vida ou morte" para muitas regiões. Enquanto muitos especialistas, incluindo David Attenborough, acreditam que isso poderia levar ao colapso das civilizações e à extinção de "grande parte do mundo natural".
As ameaças são complexas e diversificadas que vão de ondas mortíferas de calor e aumento do nível do mar até fome generalizada e migrações em grande escala.

Também estão aumentando os riscos potenciais provenientes de novas tecnologias, como a inteligência artificial (IA).
Os cenários vão desde armas cibernéticas cada vez mais sofisticadas que poderiam reter dados de uma nação inteira exigindo pagamento de resgate até algoritmos autônomos que poderiam, inconscientemente, causar uma quebra no mercado de ações.
Outra ameaça é a possibilidade de uma guerra nuclear.
Embora muitos se concentrem nas tensões crescentes entre potências globais, as novas tecnologias também podem colocar em risco nossa segurança.
Isso se deve tanto às linhas cada vez mais tênues entre armas nucleares e convencionais quanto ao risco de que a IA possa ajudar a desencadear uma guerra nuclear.


O que irá acontecer á humanidade se a Antártida colapsar



Campanhas de vacinação e outras medidas de prevenção ajudam a reduzir risco de doenças, como a gripe
Outro risco que pode estar aumentando é o das pandemias globais. Acredita-se que o vírus influenza (causador da gripe), por exemplo, mate uma média de 700 mil pessoas e custe à economia global US$ 500 biliões por ano.
O aumento da densidade demográfica e da mobilidade populacional faz com que novas cepas de influenza se espalhem facilmente. E isso levanta preocupações em relação a um futuro surto como o da Gripe Espanhola de 1918, que matou 50 milhões de pessoas.
No entanto, campanhas de vacinação e outras medidas de prevenção de doenças ajudam a reduzir esse risco.

Photo Cultura Coletiva News


Como calcular o risco real

- Analise registros históricos e geológicos. Podemos acompanhar algumas ocorrências, como super vulcões e impactos de asteroides.
- Encontre um precedente natural. Quando os cientistas avaliaram o risco que o reator da Organização Europeia para Pesquisa Nuclear (Cern) poderia representar, eles observaram situações semelhantes que ocorrem nas estrelas.
- Construa um modelo. Os cientistas usam modelos atmosféricos sofisticados para explorar o futuro do nosso clima.
- Para ameaças que não podem ser modeladas, os cientistas geram insights a partir de jogos de estratégia e outros exercícios.
- O governo do Reino Unido também mantém um registro de riscos nacionais, incluindo enchentes, meteorologia espacial e doenças.






Um futuro perturbador

Embora essas ameaças sejam reais, o maior perigo que enfrentamos em 2019, quando analisamos sob uma perspetiva global, provavelmente está em outro lugar.
Com quase oito biliões de pessoas vivendo na Terra, somos cada vez mais dependentes de sistemas globais para nos sustentar. Eles incluem desde o meio ambiente, que nos fornece alimentos, água, ar limpo e energia, até a economia global, que transforma tudo isso em bens e serviços.
Todavia, a redução nos níveis de biodiversidade e as sobrecarregadas redes de infraestruturas e redes de mantimentos mostram que muitos desses sistemas já estão stressados no ponto de rotura. E a acelerada mudança climática só está piorando as coisas.


Os oceanos podem abrigar uma surpresa desagradável



Diante disso, pode ser que os riscos globais não devam ser determinados pelo tamanho do desastre que os causou, mas pelo potencial de afetar esses sistemas vitais.
Exemplos recentes sugerem o potencial dos efeitos em cascata.
A erupção de 2010 do vulcão Eyjafjallajökull, na Islândia, não matou ninguém, mas fechou o tráfego aéreo na Europa durante seis dias, em 2017, o ataque cibernético mundial WannaCry, relativamente pouco sofisticado, bloqueou a operação de parte do sistema de saúde público britânico (NHS, na sigla em inglês) e de outras instituições em todo o mundo.
Como quase tudo de que dependemos também deriva de um sistema elétrico, computacional e de internet operacional, qualquer coisa que possa danificá-lo, de uma erupção solar a uma explosão nuclear na atmosfera, pode causar estragos generalizados.

 


Photo Noticias Uol

A extinção de espécies de insetos indica “colapso da natureza"


Prevenção de desastres

Pode haver, no entanto, novas maneiras de reduzir esse risco.
Há uma história antiga que conta como o rei Canuto, da Dinamarca, ordenou o mar recuar. Ele sabia que era incapaz de conter a maré e uma sensação semelhante de impotência pode facilmente tomar conta de nós quando consideramos possíveis catástrofes no futuro.
Mas a verdade é que os dinamarqueses têm contido seu litoral ao longo de gerações, construindo diques e drenando pântanos para se protegerem das águas do mar.
Às vezes é melhor nos protegermos pensando em maneiras de tornar a humanidade mais resiliente aos desastres possíveis.
E esse poderia ser o melhor caminho de garantir que 2019, e os anos seguintes, sejam seguros para a humanidade.


Fonte//BBC






terça-feira, 5 de fevereiro de 2019

Japoneses receiam uma catástrofe natural


Há uma lenda japonesa que diz que sempre que o peixe a remo, conhecido em japonês como "mensageiros do palácio do deus do mar", sobe à superfície ocorre um terremoto um tsunami.
A descoberta, na baía de Toyama, dos últimos dez dias de três peixes que vivem em águas profundas, deixou os japoneses apreensivos e temem a ocorrência de um desastre natural, pois a presença destes peixes na costa é um prenúncio de terremotos e tsunamis.

Dois peixes apareceram nas mesmas margens, enquanto um outro animal de cerca de quatro metros de comprimento ficou enredado numa rede de pesca no porto de Imizu.
A espécie, caracterizada por longos corpos prateados e barbatanas vermelhas, raramente é vista na superfície, embora a lenda diga que o peixe a remo, conhecido em japonês como " mensageiro do palácio do deus do mar ", sobe à superfície e encalha antes de um terremoto.


Não é a primeira vez que estas espécies aparecem nas costas japonesas.
Antes do grande terremoto que abalou o nordeste do Japão em 2011, cerca de 20 peixes foram encontrados nas praias da região.
Enquanto alguns cientistas alertam que não há uma ligação definitiva entre os encalhes dos peixes e terremotos, outros admitem que é possível que essas espécies sintam desastres naturais.




Por exemplo, o sismólogo japonês Kiyoshi Wadatsumi afirma que os peixes de águas profundas são criaturas "muito sensíveis a movimentos irregulares" do fundo do mar. É provavelmente por essa razão que, na crença popular, o aparecimento deste tipo de espécimes nas praias está associado à iminência de uma catástrofe natural.






Não só os japoneses consideram o avistamento de peixes de alto mar presságios de desastres naturais.
Em maio passado, uma enorme criatura sem vida de cerca de 6 metros de comprimento, aparentemente coberta de pelo, apareceu em uma praia nas Filipinas, levando alguns moradores locais a rezar por medo da chegada do Apocalipse.


Aumento na força das ondas colocam em risco áreas costeira




Fonte//RussiaToday





terça-feira, 15 de janeiro de 2019

Cientista da NASA revela sinal que indicaria um apocalipse iminente


Um astrônomo divulgou que, apesar do que pensam os defensores da teoria da conspiração, os cientistas não conseguirão ficar calados e esconder a verdade se e quando tiverem a certeza de uma catástrofe.




Photo SputnikNews

Grande Colisão entre Via Láctea e a Grande Nuvem de Magalhães


Michelle Thaller, diretora assistente de comunicação científica da NASA, revelou ao site Big Think, que, um dos sinais mais garantidos​​  que vai acontecer o apocalipse é, o "dia em que todos os cientistas esgotarem os seus cartões de crédito e desaparecem", aí sim, as pessoas devem preocupar-se.
 Ela explicou que a comunidade científica consiste em seres humanos comuns que não apenas cientistas que estarão sentados no trabalho sabendo que "o mundo acabará dentro de uma semana".








Thaller acrescentou que a NASA não é a única a vigiar o céu e a procurar ameaças potenciais, e porque os astrónomos de todo o mundo estão a fazer o mesmo, seria quase impossível esconder a verdade sobre uma catástrofe iminente. Ela assegurou que, mesmo com uma pequena possibilidade de uma "colisão catastrófica" entre a Terra e um asteroide, a NASA informaria não apenas as autoridades, mas também os meios de comunicação.

O cientista observou que a NASA está atualmente trabalhando em métodos para, não apenas informar sobre possíveis ameaças, mas também para evitá-las. O astrônomo explicou que é possível alterar a trajetória dos objetos espaciais e forçá-los a desviar-se do planeta e evitar um impacto mortal.

Poderão os homens colonizar um asteroide



No ano passado, a NASA apresentou sua "Estratégia de Preparação de Objetos da Terra Próximo à Terra e Plano de Ação", que visa encontrar, rastrear e evitar objetos potencialmente perigosos que possam atingir a Terra e resultar em destruição maciça. Existem atualmente cerca de 25.000 asteroides no sistema solar que são grandes o suficiente para causar grandes danos ao nosso planeta.





quinta-feira, 13 de dezembro de 2018

O aquecimento global leva cada vez mais a situações climáticas extremas


As situações climáticas extremas são cada vez mais comuns, com situações extremos de chuva, num lado e extremos de seco no outro.
Os Estados Unidos central e oriental, o norte da Europa e o norte da Ásia sofreram situações de chuva extrema que causou inundações catastróficas recentemente. Contrariamente, a maioria das regiões africanas tem sido atingida por secas extremas cada vez mais graves e frequentes.
Photo Sim Noticias

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O Instituto Potsdam para Pesquisa do Impacto Climático (PIK) elaborou um estudo que é o primeiro a analisar e a quantificar sistematicamente as mudanças de precipitação mensais extremas, examinando dados de cerca de 50.000 estações meteorológicas em todo o mundo.

Foram analisados detalhadamente os dados mensais de precipitação observados. Podem ser apenas alguns dias de valores recorde causar grandes inundações, ou a grandes secas, se o registro for a falta de precipitação. Segundo afirmações do autor do estudo Jascha Lehman. Os impactos nos meios de subsistência das pessoas nas regiões afetadas podem ser enormes, e que vão desde casas inundadas até segurança alimentar ameaçada devido a perdas de produções e mesmo de campos agrícolas.





Os EUA tiveram um aumento de mais de 25% nos meses chuvosos com valores altos nas partes leste e central no período de 1980 a 2013. A Argentina e os países vizinhos tiveram um aumento de 32%. No centro e norte da Europa, o aumento é entre 19 e 37 por cento. Na parte asiática da Rússia, o aumento é de cerca de 20%, enquanto o Sudeste Asiático mostra um aumento de cerca de 10%.

Foram verificados aumentos nos valores recorde de pluviosidade exceção feita apenas em África a sul do Saara e na região do Sahel, onde os registros de seca aumentaram em 50%. Isso significa que aproximadamente um em cada três meses de seca nessas regiões não teria ocorrido se não houvessem mudanças climáticas a longo prazo.
As regiões dos trópicos e subtópicos têm registado períodos maiores de seca e abaixamento nos valores de precipitação, e as zonas a latitudes médias a norte mais húmidos com os valores de precipitação a aumentarem, isso segue os padrões que os cientistas alertam como consequências das mudanças climáticas
 
Photo AntvNews
Foram comparados os valores de extremos de chuva e extremos de seca com o número de extremos que seriam esperados num clima estável e sem mudanças de longo prazo. Foram verificados valores até então nunca registados em certas zonas, tendo em conta os registos meteorológicos existentes de há mais de 100 anos. É claro que alguns registos de precipitação devem-se simplesmente à variabilidade natural. Normalmente, situações climáticas recordes ocorrem por acaso

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É preocupante termos aumentos significativos das tais situações extremas com apenas um grau de aquecimento global. Os governos dos países de todo o mundo reúnem-se na conferência climática da ONU, e se não concordarem com soluções apresentadas para limitar o aquecimento não permitindo que aumente mais que 2 graus, estaremos no caminho de aumentos de 3 ou 4 graus ainda neste século. A física diz que isso aumentaria ainda mais as situações climáticas extremas.




Fonte//ScienceDaily





quarta-feira, 25 de julho de 2018

Cientistas norte-americanos cataclismos no Leste da Rússia

Cientistas norte-americanos preveem fortes cataclismos no Leste da Rússia

Um grupo de cientistas norte-americanos, após analisar dados de satélite  de observação ao longo de 38 anos, estabeleceu que o aquecimento global provocado pelo homem pode levar a um aumento da frequência e da força dos desastres naturais nas zonas orientais da Rússia e na Mongólia.

A pesquisa foi publicada na revista Science.

Os autores do novo trabalho estudaram vários modelos teóricos que descrevem o estado do clima antes e depois da Revolução Industrial. Os pesquisadores revelaram padrões característicos de flutuações sazonais de temperatura. Em seguida, eles compararam esses padrões com os dados das medições de temperatura na troposfera de 1979 a 2016, efetuadas por satélites, tendo estudado a diferença entre as temperaturas mínima e máxima de cada ano.

Em resultado desta análise, os cientistas descobriram que o maior contraste entre o inverno e o verão acontece nas latitudes médias do Hemisfério Norte. Essa diferença é muito menor nos trópicos e as flutuações mais modestas são características da Antártida. Além disso, a diferença entre as temperaturas de inverno e de verão em algumas áreas do Hemisfério Norte foi significativamente maior do que os modelos previam. As diferenças mais fortes foram notadas na Mongólia e nas regiões orientais da Rússia.

Segundo os cientistas, um aquecimento tão acentuado não pode ser explicado por fatores naturais. A diferença entre o verão e o inverno está aumentando devido às atividades humanas. Eles acreditam que esses processos podem levar a um aumento da frequência e da força dos desastres naturais.

A partir do início do século XX, a temperatura média do ar aumentou em 0,74 graus Celsius, cerca de dois terços do aumento ocorreu depois de 1980. Cada uma das últimas três décadas foi mais quente do que a anterior, a temperatura do ar foi maior do que em qualquer década desde 1850. Baseado nos modelos climáticos, a magnitude provável do aumento da temperatura durante o século XXI será de 1,1 a 2,9 graus Celsius em caso de emissões mínimas para a atmosfera e 2,4-6,4 Celsius em caso de emissões máximas.

Fonte// Sputniknews