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sábado, 7 de setembro de 2019

Asteróide gigante passa pela Terra a 14 de Setembro

O asteróide 2000 QW7, quase do tamanho do edifício mais alto do mundo, Burj Khalifa, deve passar perto da Terra no próximo 14 de Setembro.
O enorme objeto tem cerca de 290 a 650 metros de diâmetro, sendo maior que o Empire State Building de Nova York (381 metros) e apenas um pouco mais baixo que o Burj Khalifa de Dubai (828 metros).


Photo Shutterstock)

De acordo com o Centro de Estudos de Objetos Próximo à Terra (CNEOS, na sigla em inglês), parte do Laboratório de Propulsão a Jato da NASA, o 2000 QW7 irá passar a uma velocidade de 23.100 km/h a 5,3 milhões de quilómetros de distância do nosso planeta. A esta distancia não existe nenhum perigo para a Terra.





O asteróide, assim como a Terra, orbita o sol e por isso nos visita esporadicamente.
Segundo os cientistas do CNEOS, a última vez que passou perto de nós (objetos espaciais são considerados “próximos” quando passam a 1,3 unidades astronómicas da Terra, o que representa a distância do nosso planeta ao sol ou 149,6 milhões de quilómetros) foi em 1 de Setembro de 2000, e a próxima será em 19 de Outubro de 2038

Asteroide explode nos céus de Puerto Rico


Fonte//LiveScience









terça-feira, 30 de julho de 2019

Um asteróide aproximou-se da Terra e quase não o via-mos

Os investigadores do Royal Institution of Australia, uma organização científica australiana sem fins lucrativos, informaram que um asteróide com grande potencial destrutivo, passou muito perto da Terra quase despercebido.
Nomeado Asteróide 2019 OK, tem um diâmetro entre os 57 e os 130 metros e passou a uma distância de aproximadamente 73.000 quilómetros da Terra, menos de um quinto da distância até a lua.



Photo Pixabay

Asteroide pode provocar 'inverno cósmico' na Terra


Francamente, é muito preocupante. Não se trata de um filme de Hollywood. É um perigo real. Seria como uma explosão de uma bomba nuclear muito grande”, esclareceu Alan Duffy, principal investigador do instituto australiano.
É provavelmente o maior asteróide a passar tão perto da Terra em muitos anos”, complementou Michael Brown, astrónomo e professor da Universidade Monash, ao The Post.
O asteróide foi detetado na semana passada por duas equipes de astronomia diferentes, uma no Brasil e outra nos EUA.
Os astrónomos não identificaram o objeto, de um tipo conhecido como “assassino de cidades”,  até estar já muito perto da Terra, deslocando-se a cerca de 61 vezes a velocidade de um jato comercial.
Os dados sobre seu tamanho e órbita só foram compilados algumas horas antes de ele passar pelo planeta.





Comparativamente, o incidente com meteoro de 2013 em Chelyabinsk, na Rússia, tinha apenas 20 metros de diâmetro e explodiu com mais energia do que uma arma nuclear. Por que não o detetamos antes? Como deixamos um asteroide tão grande quase passar despercebido?
Justamente por causa do seu tamanho e órbita. Embora seja grande, o Asteróide 2019 OK não é do tamanho da asteróide que causou a extinção dos dinossauros. Objetos deste tipo são detetados 90% das vezes pelas instituições científicas.
Além disso, o asteróide tem uma órbita muito elíptica. Segundo Brown, ele passou bem além da órbita de Marte, quase na órbita de Vénus, de forma que ficou difícil deteta-lo.
Por fim, há a questão da velocidade. O asteróide viajava a 24 quilómetros por segundo. As rochas espaciais detetadas recentemente possuíam velocidades entre 4 e 19 quilómetros por segundo.



Photo Pixabay

Todos os dias 17 meteoros atingem a Terra


Segundo os astrónomos, essa deteção tardia serve para nos avisar da ameaça real que asteroides podem representar para a Terra. Se tivesse nos atingido, teria sem dúvida resultados devastadores.
Embora as hipóteses de um grande asteróide destruir uma cidade inteira sejam reduzidas, Brown afirma que vale a pena investir em recursos para a deteção e prevenção deste tipo de objetos. O Asteróide 2019 OK prova que existem outros por aí potencialmente perigosos dos quais não temos conhecimento, que podem se aproximar da Terra sem aviso prévio.
De acordo com o The Washington Post, os astrónomos estão desenvolvendo pelo menos duas abordagens para tentar desviar asteróides possivelmente perigosos para o planeta.
Duffy explicou que uma das estratégias envolve empurrar o asteróide lentamente para longe da Terra, e a outra, chamada de trator de gravidade, usa a gravidade de uma nave para desviar o objeto, mas tem que ser  detetado a tempo


O que acontecerá se um asteroide atingir a Terra





Fonte//Futurism TheWashingtonPost








terça-feira, 9 de julho de 2019

Mega asteroide passa pela Terra em Outubro


Um asteroide de 340 metros de diâmetro e 55 milhões de toneladas está se aproximando rapidamente do nosso planeta, devendo passar perto já em outubro.
Segundo informa o portal Express, citando dados da NASA, o asteroide FT3 com potência de destruição equivalente a 2.700 megatoneladas de TNT vai passar pela Terra daqui a alguns meses. Para comparaçao, a bomba nuclear de Hiroshima tinha 15 quilotoneladas de TNT.


Photo Pixabay


Asteroide explode nos céus de Puerto Rico



O objeto espacial vai passar perto do nosso planeta no dia 3 de outubro de 2019. De acordo com o portal, NASA espera que esta passagem seja a primeiro das 165 aproximações previstas entre 2019 e 2116.


De acordo com a agência espacial norte-americana, "não é provável que o asteroide colida com a terra, se mantiver a atual rota, mas é algo que não está completamente fora de hipótese, havendo sempre a possibilidade, ainda que muito remota, do asteroide mudar de rumo e colocar-se em rota de colisão com o nosso planeta”.

O portal também informa que se ocorrer a colisão do FT3 com a Terra, a velocidade de asteroide ao entrar na atmosfera da Terra será de cerca de 20 km/s.

Asteroide pode provocar 'inverno cósmico' na Terra



Poderão os homens colonizar um asteroide









sexta-feira, 28 de junho de 2019

Asteroide explode nos céus de Puerto Rico


Um asteroide gigante do tamanho de um carro foi detetado pelos telescópios de pesquisa da Universidade do Havaí poucas horas antes de entrar na atmosfera da Terra, a cerca de 240 milhas ao sul de San Juan, Porto Rico. 
No momento da primeira observação, o asteroide estava a cerca de 500.000 km da Terra, bem mais distante do que a Lua que fica a 384.400 km.
Felizmente, isso não representava nenhuma ameaça real para nós, mas a tecnologia usada para detetá-lo poderia ajudar a alertar-nos para possíveis impactos no futuro.


Photo Pixabay

Asteroide pode provocar 'inverno cósmico' na Terra


O incidente prova que os sistemas de alerta de asteroides "podem lançar um alerta atempadamente para a zonas de provável impacto, para permitir a evacuação dessas zonas," de acordo com um comunicado.
Este acontecimento é extremamente raro, e, como aponta a Live Science, esta é a quarta vez na história que os cientistas identificaram um asteroide imediatamente antes do impacto, e todos os quatro nos últimos 11 anos.




O asteroide de 3.5 metros, batizado de 2019 MO, entrou na atmosfera numa gigantesca bola de fogo, o equivalente a 6.000 toneladas de TNT explodindo depois, de acordo com o Centro de Estudos de Objetos da Terra de Propulsão (CNEOS) do Jet Propulsion Lab.
O telescópio que avistou o primeiro asteroide chamado ATLAS (Asteroid Terrestrial-impact Last Alert System), consiste em dois telescópios que estão separados 160 Km em duas ilhas havaianas separadas. A cada duas noites, eles vasculham o céu inteiro, procurando asteroides.
Os satélites próximos também foram capazes de identificar o asteroide e sua explosão de fogo do espaço.
2019 MO pode parecer enorme, mas é minúsculo quando comparado como meteoro gigantesco que explodiu sobre a Rússia em 2013,que um era cinco vezes maior 20 metros, explodindo com quase cem vezes a energia.



Photo FalingStar

Asteróide Oumuamua pode ser nave espacial

Poderão os homens colonizar um asteroide



Fonte// Futurism




sexta-feira, 24 de maio de 2019

Asteroide com lua passa perto da Terra fim-de-semana


Os astrônomos esperam que um asteroide conhecido como 1999 KW4 passe pela Terra por volta das 19h05 (horário de Brasília) no sábado, e o mais interessante é que esse asteroide tem a sua própria lua.


Photo European Space Agency

Pela segunda vez na história, uma nave espacial terrestre aterra num asteróide



"É um caso muito raro e na historia recente não há relato de algo semelhante", disse o cientista planetário Vishnu Reddy à NBC News . "Isso é o que o torna muito interessante."
O Asteroide 1999 KW4 tem 1,5 km de largura. Isso é cerca de três vezes o tamanho de sua lua, que tem uma largura de cerca de 0,5 km.






Mesmo passando próximo da Terra, os asteroides passarão a mais de 3 milhões de milhas de distância, pelo que não há nenhum risco de cocharem com o nosso planeta. Na verdade, passarão tão longe que não serão visíveis a olho nu.
Após esta passagem, só voltarão a passar por cá em 2036, por isso se pretende os ver, muna-se de um telescópio e veja-os no sábado á noite

Asteroide pode provocar 'inverno cósmico' na Terra


Asteróide Oumuamua pode ser nave espacial




Fonte//Futurism


terça-feira, 14 de maio de 2019

Asteroide pode provocar 'inverno cósmico' na Terra


A NASA alertou para a possibilidade de um asteroide causar um “inverno cósmico” ao cair na Terra. O aviso da agência espacial norte-americana surge na sequência de um novo documentário científico sobre estas rochas espaciais.
Os asteroides são corpos rochosos que, por norma, se localizam no interior do Sistema Solar em orbita do Sol. São muitos milhões os asteroides que andam livremente no Espaço, e as suas colisões, conhecidas como eventos de impacto, foram importantes na formação de muitos planetas.



Photo Pixabay

Pela segunda vez na história, uma nave espacial terrestre aterra num asteróide


Um impacto destes na Terra, pode ter efeitos devastadores para a humanidade e para o planeta. Muitos são os cientistas que acreditam, por exemplo, que terá sido um asteroide a causa da extinção dos dinossauros, há cerca de 66 milhões de anos.
Este novo documentário da norte-americana Spacefiles aborda uma teoria que sustenta que, se a Terra seja atingida por um asteroide, pode repetir-se o cenário que terá ocorrido aquando a extinção dos dinossauros.
Existem uma enorme quantidade de asteroides com potencial para atingir o nosso planeta no cinturão de asteroides, e o responsável pelo “inverno cósmico” pode ser um que parta daí, de acordo com o documentário. Ocasionalmente, ocorrem colisões entre os asteroides no cinturão e, na sequência destas colisões, alguns fragmentos podem ser projetados para órbitas que, por sua vez, podem levar os fragmentos para perto de Marte.




Já próximos do Planeta Vermelho, os asteroides podem mudar a trajetória e entrar na órbita terrestre, e já muitos corpos rochosos, maiores ou menores, já colidiram com a Terra desta forma.
Há 60 milhões de anos, um asteroide terá atingido a Península de Yucatan, no México, dando origem a um inverno cósmico e uma extinção massiva.
O inverno cósmico, que o documentário argumenta que pode ocorrer na Terra, significa que o impacto de um asteroide poderia eliminar todas as formas de vida, fazendo o planeta mergulhar num ambiente de frio e escuridão, segundo notícia do Daily Express.
O documentário refere, que mesmo um asteroide de pequenas dimensões, poderia ter consequências desastrosas. Quando o céu ficar finalmente limpo, dois terços de todas as espécies terão desaparecido da Terra.


Photo Pixabay

Asteróide Oumuamua pode ser nave espacial


A NASA tem reunido esforços para traçar um plano de defesa planetária caso um asteroide venha a colidir com a Terra. A agência espacial, que no fim de abril levou a cabo mais uma série de exercícios e simulações, que estar bem preparada e saber o que fazer.
Gostaríamos de estar preparados. Enquanto a Terra está a salvo de todos os asteroides conhecidos, esta semana estamos a reunir os nossos parceiros para defenir o que teremos que fazer numa situação diferente”, afirmou a NASA.




O que acontecerá se um asteroide atingir a Terra











segunda-feira, 6 de maio de 2019

Humanidade pode ter vindo de outro Sistema Solar


A vida pode ter chegado à Terra vinda de outro Sistema Solar. Os humanos podem ter sido trazidos por um objeto semelhante ao Oumuamua
 O Oumuamua continua a ser um mistério para os cientistas, e há teorias de que pode haver um no interior da Terra ou que se trata de uma nave alienígena, mas há uma nova que pode explicar a existência objetos como este.


                                                                                Photo CC BY 2.0 / Stuart Rankin 


Todos os dias 17 meteoros atingem a Terra


Depois de cientistas sugerirem que o Oumuamua pode não ter sido o primeiro meteoro a passar pela Terra, abre-se agora a possibilidade de este fenómeno ter acontecido mais vezes do que pensávamos. A opinião é partilhada por Bill Bottke, que dirige o Departamento de Estudos Espaciais do Southwest Research Institute no Colarado.
 O cientista afirma que objetos como o Oumuamua podem ter sido responsáveis pela transferência de vida de um planeta para outro, uma ideia conhecida como panspermia. O tamanho do Oumuamua é desconhecido, mas segundo a Sputnik News, os cientistas pensam que tenha cerca de 800 metros comprimento.



O objeto causa intriga na comunidade científica, por ter uma aceleração “não-gravitacional” ao afastar-se do Sol. Pensa-se que seja um corpo gelado e os seus estranhos movimentos se devam a uma fuga de gás.
 Isso indica que o gelo pode sobreviver a estas distâncias interestelares”, afirmou a astrobióloga Karen Meech, do Instituto de Astronomia da Universidade do Havai. A especialista em astrobiologia acredita que um objeto como o Oumuamua pode ter viajado pelo espaço durante mais de 10 milhões de anos até chegar ao nosso sistema solar, sendo no entanto a sua origem um mistério para os astrónomos.

Se o Oumuamua conseguiria trazer a Vida com ele, é ainda difícil de provar. A Sputnik News explica que não é possível saber se quaisquer criaturas a bordo conseguiriam sobreviver ao impacto com a Terra, relembrando que o objeto passou por nós a 215.000 quilómetros por hora.
Quase 100 objetos semelhantes ao Oumuamua já atingiram o nosso planeta durante a sua existência, não se sabendo se algum deles transportava vida que deixou na Terra.


O que acontecerá se um asteroide atingir a Terra

Cientistas afirmam que a humanidade está ameaçada pelos meteoros

Asteroide pode atingir a Terra em Setembro



Fonte//SputnikNews




sexta-feira, 3 de maio de 2019

Todos os dias 17 meteoros atingem a Terra


Todos os anos, a Terra é atingida por cerca de 6100 meteoros o suficientemente grandes para atingir ao solo, ou cerca de 17 por dia, revelaram pesquisas.
A grande maioria passa despercebida, e ocorre em áreas desabitadas. Mas várias vezes por ano, atingem a Terra em lugares onde despertam mais atenção.
Há três meses atrás, por exemplo, um pequeno asteroide provavelmente do tamanho de um automóvel, atravessou o céu ao meio-dia e explodiu a oeste de Cuba, fazer cair pequenos fragmentos sobre a cidade de Viñales, com algumas a cair nos telhados.
Ninguém ficou ferido, mas foi um aviso que tal como não se deve estar de costas para o mar correndo o risco de ser apanhado por uma onda, também não podemos ignorar os riscos provenientes do espaço.



Photo Pixabay



O que acontecerá se um asteroide atingir a Terra


Para calcular com a frequência com que ocorrem as entradas de meteoros na atmosfera, Gonzalo Tancredi, um astrônomo da Universidade da República em Montevidéu, Uruguai, examinou um banco de dados de relatórios de quedas de meteoros e descobriu que, nos últimos 95 anos as pessoas observaram diretamente uma média de cerca de oito por ano.
Para descobrir quantos outros ocorrem sem ser observados, Tancredo observou que as pessoas ocupam apenas uma pequena fração da superfície da Terra, cerca de 0,44% de sua área terrestre, ou 0,13% de sua área total de superfície.

Isso significa que, para cada impacto que realmente é visto por alguém, outros 770 caem no mar ou num deserto, floresta ou outros locais tão remotos que ninguém vê.
Alguns lugares da Terra são densamente povoados”, diz Tancredi, “mas a maioria dos lugares é muito pouco povoada”.
Tancredi então questionou-se se tais impactos poderiam ocorrer em grupo e se há épocas mais propícias que outras.
Sabemos, que os meteoros mais pequenos, minúsculos demais para chegar ao solo, geralmente acontecem durante chuvas de meteoros, como as Perseidas, os Orionóides e os Gemonids, que encantam os observadores do céu várias vezes por ano.








Poderiam as rochas maiores, com tamanho suficiente para seus fragmentos chegarem á superfície terrestre, estarem também nessas chuvas de meteoros anuais acontecer mais aleatoriamente?
A resposta de Tancredi, relatada recentemente na Conferência de Defesa Planetária da Academia Internacional de Astronáutica ( IAAPDC ) em College Park, Maryland, EUA, é um definitivo não.
"As quedas são aleatórias ao longo do ano", diz ele. "Não há data específica do ano caírem meteoros de maior tamanho”.
Os cientistas afirmam ter mapeado as órbitas da grande maioria dos potenciais asteroides fatais na órbita próxima da Terra.
No entanto, Duncan Steel, um cientista espacial de Wellington, na Nova Zelândia, mas trabalhando para o Centro de Pesquisa NASA-Ames, na Califórnia, disse à IAAPDC que a afirmação era falsa.

"Em termos de meteoros fatais e perigosos só uma muito pequena fração passa perto da Terra”, disse ele, acrescentando que, “a razão é porque um número desconhecido de asteroides potencialmente perigosos não estão nas órbitas próximas da Terra. Em vez disso, eles estão em órbitas alongadas que se estendem até o sistema solar externo e então mergulham de volta na direção da Terra, podendo sim um dia atingir-nos.” “A maioria está nessas órbitas gigantes onde não os encontraremos num período de 20 ou 50 anos”, explica ele.
Dito isso, apenas 66 desses asteroides foram encontrados, e cada um tem apenas uma hipótese entre dois a três mil milhões de atingir o planeta em qualquer das passagens com duração de entre cinco a 20 anos.






Qual a grande ameaça que isso representa, depende do tamanho da população de asteróides”, acrescenta Steel.
Mais difícil calcular são os riscos de uma classe de cometas recém-descoberta conhecida como cometas Manx”, disse Yudish Ramanjooloo, um colega de pós-doutorado em objetos próximos à Terra da Universidade do Havaí, em Honolulu.


Photo Creative Commons


Cientistas afirmam que a humanidade está ameaçada pelos meteoros


Batizados de gatos Manx, estes são cometas tão inativos que não produzem caudas visíveis. De fato, diz Ramanjooloo, sua atividade é de cinco a seis ordens de grandeza inferior à dos cometas típicos.
Tal como os cometas normais, no entanto, mergulham profundamente no sistema solar interior muito além da órbita de Plutão e, possivelmente, perto do limite do espaço interestelar.
Isso significa que quando eles nos alcançam, têm muita com força e velocidade. A ausência da cauda visível também significa que eles são rochosos e densos, com enorme quantidade de energia.
A falta de cauda faz com que seja difícil de deteta-los e se estiverem em rota de colisão somente são detetados um mês antes do impacto.
Pensa-se que talvez tenha sido um desses Manx que explodiu em Viñales, e são os verdadeiros perigos mais imediatos do espaço sideral.

Cientistas afirmam que a humanidade está ameaçada pelos meteoros


Asteroide Apophis vai passar muito perto da terra em 2029


O que pode provocar o fim da humanidade?










segunda-feira, 29 de abril de 2019

O que acontecerá se um asteroide atingir a Terra


A Agência Espacial Europeia ESA, quer saber qual o comportamento das pessoas em caso de um asteroide atingir a Terra, e para isso nada melhor que as redes sociais.
O que aconteceria se um asteroide gigante colidisse com a Terra?
A cada dois anos, os astrónomos reúnem-se para simular o que fariam se um asteroide colidisse com o planeta. Cada participante recebe uma parte, como "governo nacional", "agência espacial", "astrônomo" e "oficial de proteção civil", informou a ESA.



Photo Pixabay

Pela segunda vez na história, uma nave espacial terrestre aterra num asteróide



É sempre um mistério como irá decorrer a simulação. Para descobrir, o público é convidado a assistir as atualizações ao vivo no canal @esaoperations do Twitter, que será veiculado a partir desta segunda-feira a sexta-feira (29 de abril a 3 de maio).
O exercício em si, parte da Conferência de Defesa Planetária de 2019 em Washington, DC, é realizado pelo Escritório de Coordenação de Defesa Planetária da NASA e pela Agência Federal de Gerenciamento de Emergências dos EUA.
"O primeiro passo para proteger nosso planeta é saber o que se passa", disse Rüdiger Jehn, chefe de Defesa Planetária da ESA, em comunicado. "Só então, com bastante atenção, podemos dar os passos necessários para evitar uma colisão de um asteroide ou minimizar os danos causados por um impacto."






Não está totalmente fora de questão que um asteroide possa atingir a Terra. Em abril de 2019, os cientistas identificaram cerca de 20.000 asteroides que possuem uma órbita próxima ao nosso planeta. Cerca de 150 novos asteroides próximos da Terra são descobertos todos os meses, com o número sempre a aumentar.
 A ESA observou que as novas tecnologias estão ajudando as agências espaciais a aprender mais sobre os asteroides. Por exemplo, os novos Telescópios Flyeye e Test-Bed da ESA, que deverão ser implantados em breve, ajudarão a ESA a encontrar, confirmar e entender a dinâmica dessas antigas rochas espaciais, disse a agência.



Photo Pixabay 


Astrónomos detetam exoplaneta com potenciais condições de suporte à vida




Enquanto isso, todos nós podemos participar da simulação da  ESA no Facebook assintindo aos dois vídeos de transmissão ao vivo da Conferência de Defesa Planetária. O primeiro começará às 8h (horário de verão da Europa Central) no domingo (28 de abril), e o segundo começará pela manhã (horário europeu do meio da tarde) na quinta-feira (2 de maio).

Cientistas afirmam que a humanidade está ameaçada pelos meteoros

O que pode provocar o fim da humanidade?



Fonte//LiveScience

segunda-feira, 25 de março de 2019

Cientistas afirmam que a humanidade está ameaçada pelos meteoros


Os cientistas afirmam que os meteoros que se aproximam da Terra são uma séria ameaça à humanidade, e pediram o desenvolvimento de tecnologias necessárias para proteger o planeta destas ameaças.
A NASA anunciou que um asteroide rebelde explodiu na atmosfera sobre o Mar de Bering, com a explosão cerca de 11 vezes superior á bomba nuclear lançada em Hiroshima em 1945.


Photo Pixabay

Asteroide pode atingir a Terra em Setembro



Jay Tate, diretor do SpaceGuard Center e cientista do Asgardia, afirmou que as agências espaciais governamentais devem dedicar mais tempo e esforço para inventar meios para proteger nosso planeta dos NEO “near earth objects" (objetos próximos à terra), pequenos corpos do sistema solar cuja órbita fá-los passar nas proximidades da Terra.
"Os NEOs representam uma séria e até mesmo cataclísmica ameaça à civilização e devem ser tomadas medidas para identificar os níveis de risco e desenvolver a tecnologia para proteger esta e as próximas gerações", disse Tate, citado pelo Sunday Express.






Ele também apontou que os asteroides não são a única coisa no espaço que pode colocar em risco a humanidade, pois tempestades e explosões solares podem causar estragos em redes elétricas e sistemas de comunicação em todo o planeta, colocando em risco a vida de milhares de milhões de pessoas.
Anteriormente, o geofísico americano Jay Melosh também apontou um cenário chocante, em que, um gigantesco asteroide, de 370 metros de diâmetro entrando na atmosfera terrestre, prevendo que tal impacto poderia destruir uma metrópole do tamanho de Boston.
No ano passado, o chefe da equipe espacial da Agência Espacial Europeia, Detlef Koschny, também afirmou ao  Space Daily, que "se um asteroide de 100 metros atingisse a Terra, causaria danos significativos numa área do tamanho da Alemanha".
Ele ressaltou, no entanto, que os asteroides deste tamanho não atingem a Terra com muita frequência, “talvez um a cada 10 mil anos em média”.


O que pode provocar o fim da humanidade?

Poderão os homens colonizar um asteroide

Cientista da NASA revela sinal que indicaria um apocalipse iminente


Fonte//SputnikNews




quinta-feira, 21 de março de 2019

Asteroide passará próximo à Terra nesta sexta-feira 22 de Março

Um asteroide de grandes dimensões, descoberto recentemente, passará esta semana a uma distância relativamente próxima da Terra, avança o o Centro de Estudos de Objetos Próximo da Terra da agência espacial norte-americana.
 O asteroide, designado como 2019 EA2, foi visto pela primeira vez em 9 de março de 2019, revela o Centro da NASA na sua página oficial.


Photo Tempo


Poderão os homens colonizar um asteroide



Segundo calcularam os cientistas, passará mais próximo do nosso planeta no dia 22 de março, quando o corpo celeste passará a uma distância de 306.171 quilómetros da Terra, ou seja, estará mais próximo da Terra que a órbita da Lua.
 Estimativas preliminares revelam que o tamanho do asteroide estará entre 18 a 40 metros. De acordo com as observações, a velocidade do asteroide em relação à Terra é bastante reduzida, sendo des “apenas” 5,37 quilómetros por segundo.




Especialistas da agência espacial norte-americana adiantam que esta será a passagem mais próxima do asteroide 2019 EA2 à Terra em 112 anos. A próxima passagem pelo  nosso planeta está prevista para março de 2131.

Photo Uol Noticias

A sonda Osiris-Rex da NASA faz um vídeo do asteroide Bennu



 O diretor científico do Instituto de Astronomia da Academia Russa de Ciências, Boris Shustov, considerou que o asteroide 2019 EA2 é um fenomeno comum para os astrónomos profissionais, segundo revelou a RIA Novosti.”Para nós, não é um evento excecional, mas antes um fenómeno comum”, disse o cientista.
“Corpos com tamanhos entre 10 e 60 metros de tamanho passam mais perto da Terra do que a órbita da Lua vezes por ano, são corpos grandes, e os mais pequenos ainda passam com mais frequência”.


Asteroide Apophis vai passar muito perto da terra em 2029

Asteróide Oumuamua pode ser nave espacial

NASA diz que podemos encontrar vida alienígena brevemente





Fonte//RussiaToday




quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019

Asteroide pode atingir a Terra em Setembro


Segundo a Agência Espacial Italiana (ASI), o asteroide 2006 QV89 pode atingir a Terra a 44 mil quilómetros por hora, no dia 9 de setembro, cerca das 8 horas. O 2006 QV89 é o sétimo numa lista de 816 asteroides que poderão atingira Terra nos próximos cem anos.

Photo Reuters


A sonda Osiris-Rex da NASA faz um vídeo do asteroide Bennu



A trajetória do asteroide só será conhecida com precisão em Julho, mas, até lá, sabe-se que a colisão com o planeta pode arrasar umasuperfície com 2 mil quilómetros quadrados, muito semelhante à destruição causada pelo asteroide que caiu em Tunguska, na Sibéria, em 1908.

No entanto, a probabilidade do asteroide colidir com a Terraestá calculada em 1 em 11428, o equivalente á probabilidade de sermos atropelados por um comboio se atravessarmos uma linha às cegas, sem poder ver nem ouvir, mas sabendo que passa um comboio a cada 15 horas, explicou Ettore Perozzi, da ASI.






Os especialistas consideram de vital importância conhecer a data e a região de impacto, para que exista tempo suficiente para definir medidas de prevenção.

Os asteroides que mais preocupam os astrónomos não são os que têm algumas dezenas de metros, nem aqueles com mais de 1 quilómetro, porque 90% são identificados e não há risco de colidirem com a Terra nos próximos séculos.
Aqueles que realmente os preocupam são os que medem entre 100 metros e 1 quilómetro, dos quais apenas 30% são conhecidos.
Um dia algum asteroide irá inevitavelmente atingir a Terra, resta saber quando.


Poderão os homens colonizar um asteroide








sábado, 2 de fevereiro de 2019

A sonda Osiris-Rex da NASA faz um vídeo do asteroide Bennu

Segundo a NASA, a nave espacial Osiris-Rex, entrou recentemente em órbita do asteroide Bennu, que se encontra a 110 milhões de quilômetros da Terra, tendo capturada imagens deste asteroide com 500 metros de largura usando a sua de alta tecnologia.


Photo SputnikNews

O asteroide de 1.600 pés foi referenciado como um "asteróide apocalíptico" e está localizado entre a Terra e Marte. Pesa 87 milhões de toneladas e atualmente está em órbita do Sol.
Os cientistas acreditam que Bennu tem uma hipotese em 2.700 de atingir nosso planeta no próximo século, de acordo com o “Daily Star” .



Em dezembro do ano passado, a missão da NASA descobriu a presença de água no asteroide Bennu.
Espera-se que a presença de água ou moléculas similares à água forneçam pistas sobre como o sistema solar formou-se e a história de seus planetas, de acordo com a NASA.




A OSIRIS-REx está atualmente em órbita de Bennu, avaliando possíveis locais para pousar, devendo a nave recolher amostras e voltar à Terraem 2023, de acordo com a divulgação da agência espacial dos EUA.


Camara da Estação Espacial Internacional filma estranhos objetos nas imediações