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terça-feira, 30 de julho de 2019

Novo submarino autónomo, pode mudar a configuração


O Aquanaut é um novo robô autônomo e parece ter saído do filme dos Tranformers.
O robô pode mudar de forma entre uma forma humanoide tipo sereia e uma forma submarina, de acordo com o IEEE Spectrum.
Isso o torna mais adequado para reparações a grandes profundidades, outras tarefas que outros robôs podem realizar e que são muito perigosos para mergulhadores.




Photo Futurism

Noruega inspeciona submarino soviético naufragado há 30 anos


Evan Ackerman, do IEEE Spectrum , observou Aquanaut durante um teste numa gigantesca piscina que a NASA usa para simular microgravidade para astronautas em treino, tendo observado a forma como o submarino autônomo abriu o seu chassi externo para revelar dois braços semelhantes a garras.











Por enquanto, o robô está limitado a testes de piscina, segundo o IEEE Spectrum. Mas, depois disso, haverá experiencias no oceano e, em seguida, a implantação ativa, onde se espera que opere sem prolemas em águas profundas em trabalhos para plataformas de extração de petróleo e gás.
O acesso à piscina da NASA é cortesia das cerca de duas dúzias de ex-funcionários da NASA que atualmente trabalham na Houston Mechatronics, Inc, empresa que desenvolve o Aquanaut.
“A NASA ajuda a colocar robôs em locais remotos e fazer com que eles façam trabalho útil em ambientes difíceis e desempenhando bem o seu trabalho offshore.”, disse o co-fundador da HMI, Nic Radford, ao IEEE Spectrum.

A China está construindo drones submarinos para defender mar do Sul da China




Fonte//Futurism










sexta-feira, 19 de julho de 2019

Empresa norueguesa planeia jaula para salmão com controlo remoto


A empresa norueguesa Arctic Offshore Farming desenvolveu uma nova jaula para peixes controlada remotamente que pode reduzir o custo da ração e minimizar a morte de salmão em consequência do piolho do mar. A empresa planeia testar a primeira jaula na costa norueguesa em 2020.


ARCTIC OFFSHORE FARMING Photo Futurism


A procura por salmão está em alta, e espera-se que a indústria cresça quatro vezes até 2050. Como aponta o IEEE Spectrum , metade dos custos operacionais de criação de peixes em cativeiro está em alimentá-los. Portanto, é extremamente importante, encontrar maneiras de reduzir esses custos, minimizando a mortalidade.
A jaula foi projetada para sobreviver ao ambiente hostil do mar do norte em oceano aberto abrigando até 600.000 salmões adultos.





Estará também equipada com medidores sem fio, câmaras de alimentação ao vivo e até mesmo alimentadores automáticos que poderão dar aos piscicultores a possibilidade de operá-los remotamente. Uma embarcação só teria que fazer uma ou duas viagens por semana para reabastecer os alimentadores.





Medusa gigante fotografada na costa Inglesa


Terá também um sistema de alimentação subaquática especial poderá ajudar a reduzir os custos com a energia em 50%. Como os piolhos do mar vivem mais próximos da superfície, a necessidade de “desparasitar” o peixe seria praticamente eliminada. A jaula também forneceria ao peixe “uma grande superfície de ar artificial” para ajudá-lo a se adaptar à vida submersa por longos períodos de tempo.

Marinheiros russos mortos no submarino nuclear podem ter evitado uma catástrofe


9000 km de algas no Atlântico ameaçam a vida marinha



Fonte//Futurism











quinta-feira, 18 de julho de 2019

Garrafa com mensagem escrita há 50 anos deu à costa na Austrália.


Deu à costa numa praia do sul da Austrália uma garrafa contendo uma mensagem, escrita por um menino inglês há mais de 50 anos. O pescador que a encontrou, Paul Elliot estava numa praia do sul, na costa oeste da Península de Eyre, pescando com seu filho.



Photo Pixabay

Lula gigante filmada no Golfo do México

Elliot declarou numa entrevista á estação de televisão pública da Austrália, Australian Broadcasting Corporation, que o autor da mensagem descreveu-se como Paul Gilmore, como um miúdo inglês de 13 anos que viajava num navio de passageiros na costa sul da Austrália, quando ia de Fremantle, para Melbourne.



A mesma rede de televisão, informou um dia depois da descoberta da garrafa de ter sido tornada pública, que Annie Crossland, irmã de Paul Gilmore, “o tal rapaz de 13 anos”, havia dito que o irmão está a fazer um cruzeiro no Báltico, dizendo estar estupefacta com o fato, e afirmando ter memórias do irmão a escrever cartas e a colocá-las dentro de garrafas sempre que viajavam de barco com a família



Um outro dos irmãos de Paul Gilmore, disse à ABC ter tido acesso à mensagem e confirmado que se trata da caligrafia do seu irmão.
Segundo o oceanógrafo David Griffin, é pouco provável que a garrafa estivesse a flutuar durante 50 anos, visto o oceano estar sempre em movimento, afirmando que a garrafa deverá ter ficado enterrada numa praia durante vários anos, e na sequência de uma tempestade sido levada de volta para o mar.

NASA identifica duna marciana com a forma do logotipo de Star Trek

Fonte//Expresso










terça-feira, 16 de julho de 2019

Noruega inspeciona submarino soviético naufragado há 30 anos

Investigadores noruegueses completaram uma pesquisa sobre um submarino nuclear soviético que afundou há 30 anos. A equipa de pesquisa descobriu que o submarino está emitindo uma pequena quantidade de radiação dos seus reatores, não representando, no entanto, uma ameaça para o meio ambiente.




Photo Ægir 6000/Institute of Marine Research Norway

Submarino alemão da Primeira Guerra Mundial descoberto na costa francesa



O navio, conhecido como Komsomolets , era um submarino de ataque único. Seu casco era feito de titânio, permitindo que ele operasse em profundidades de mais de 3.000 pés,a muito mais profundidade do que os submarinos americanos poderiam alcançar na época. Foi alimentado por dois reatores e transportou armas nucleares e convencionais.
Em 7 de abril de 1989, rebentou uma linha de ar de alta pressão ligada aos principais tanques de lastro do submarino. O problema provocou um incêndio na popa que lentamente avançou por todo submarino. Dos 69 tripulantes, apenas 27 sobreviveram ao incidente, e o submarino afundou no mar da Noruega.




As autoridades norueguesas monitorizam as condições na zona do naufrágio anualmente, diz Hilde Elise Heldal , que liderou a última expedição do Instituto de Pesquisa Marinha em Bergen. "Mas este ano nós fizemos uma visita com um veículo operado por controlo remoto."
O mini-submarino robótico permitiu que retirassem amostras do próprio submarino. Quando os investigadores recolheram amostras de água de um tubo de ventilação que levava ao reator do submarino, mediram níveis elevados de césio-137. O césio radioativo está saindo de um dos núcleos nucleares, diz Heldal.



Submarino em St. Petersburg antes de afundar  Photo Getty Images

Marinheiros russos mortos no submarino nuclear podem ter evitado uma catástrofe



O nível de radiação no tubo está muito acima do que existe na água do mar circundante, no entanto, Heldal diz que não ser particularmente preocupante.
"Eu não acho que isso represente qualquer ameaça para os peixes ou para os humanos", diz ela. O césio radioativo é rapidamente diluído. Medições a poucos metros acima da abertura não mostraram níveis elevados de radiação.


O naufragado submarino “Komsomolets” também tem dois torpedos nucleares a bordo. Heldal diz que o submersível robótico levou amostras perto do compartimento do torpedo para ver se o material nas armas havia contaminado o ambiente local, mas essa análise terá que ser feita em um laboratório nas próximas semanas.
A pesquisa acontece apenas uma semana depois do acidente com um outro submarino Russo, que vitimou 14 tripulantes. As autoridades russas afirmam que o fogo foi contido e que o reator do submersível não foi afetado. Até a última quinta-feira, autoridades da Autoridade Norueguesa de Radiação e Segurança Nuclear disseram que não havia nenhuma indicação de emissões radioativas deste incidente.











Medusa gigante fotografada na costa Inglesa


Um mergulhador encontrou a gigantesca água-viva ao largo da costa da Cornualha, no sudoeste da Inglaterra.
A água-viva-de-barrica, a maior espécie de água-viva vista em águas inglesas, não é propriamente uma novidade naquela área, mas com o tamanho desta não se vê muitas e muito raramente são fotografadas.


Photo Dan Abott (fotógrafo) / Lizzie Daly / Twitter

Imagine mergulhar e ficar frente a frente com uma medusa gigante. A maioria de nós nadaria rapidamente para longe, mas o mergulhador e biólogo Lizzie Daly não o fez, limitou-se a fotografar e filmar esta medusa que pode crescer até um metro e pesar até 25 kg.








Video BBCNews
Daly descreveu a experiência como uma experiência inesquecível e de tirar o folego. O feliz mergulhador estava na campanha Wild Ocean Week que ajuda os fundos para a Marine Conservation Society.


Se nada mudar, a civilização pode colapsar em poucas décadas

Lula gigante filmada no Golfo do México


Fonte//Huffpost












quarta-feira, 10 de julho de 2019

Marinheiros russos mortos no submarino nuclear podem ter evitado uma catástrofe

No início do mês de julho um submarino russo incendiou-se durante uma missão de reconhecimento perto do Ártico, tendo morrido 14 marinheiros. O governo russo, porém, manteve o acidente em segredo durante dois dias e nunca esclareceu muito bem o que aconteceu, para proteger as missões da marinha russa.

Photo GettyImages

Atingido o ponto mais profundo do Oceano Atlântico



Várias fontes especulam que a embarcação era um AS-12 Losharik, um submarino nuclear projetado para cortar cabos submarinos de internet no fundo dos oceanos. O submarino já estava em uso desde 2013, mas o governo russo nunca confirmou se essa era a sua função.
De acordo com o Bloomberg, Segei Pavlov, um capitão da marinha, fez uma declaração bastante assustadora e mal explicada no funeral dos marinheiros que aconteceu no último sábado, onde afirmou que os marinheiros haviam sido heróis: “eles salvaram os companheiros com as próprias vidas, salvaram o navio e impediram uma catástrofe de escala planetária”.






Ele não esclareceu se estava se referindo á potencial fuga de radiação causada pelo incêndio ou se os marinheiros evitaram outro tipo de situação catastrófica. As autoridades norueguesas anunciaram que fizeram medições de radiação na região do acidente e não detetaram índices de radiação anormal.
O incêndio começou no compartimento das baterias do submarino, afirmou o Ministro de Defesa Sergei Shoigu. “O reator nuclear da embarcação está completamente isolado. Todas as medidas necessárias foram tomadas pelos marinheiros para proteger o reator, que não sofreu quaisquer danos e encontra-se pronto a funcionar”.


A imprensa russa anunciou que esse submarino é utilizado em operações a grande profundidade, onde os submarinos vulgares não conseguem operar.
Toda essa demora do governo russo em dar informações sobre o acidente faz recordar o acontecimento com submarino nuclear Kursk que, no ano de 2000 vitimou 118 marinheiros. Na altura, como foi largamente noticiado, o governo russo não permitiu a ajuda de nenhum outro país para tentar salvar a vida dessas pessoas. 


Submarino alemão da Primeira Guerra Mundial descoberto na costa francesa




Fonte//TheMoscowTimes




sexta-feira, 5 de julho de 2019

9000 km de algas no Atlântico ameaçam a vida marinha

Os satélites revelaram uma enorme proliferação de algas, desde a África Ocidental até o Golfo do México. Sua disseminação contínua ameaça os ecossistemas e a vida marinha.
O Mar dos Sargaços, é formado por ilhas flutuantes de algas que atraem peixes, pássaros e tartarugas.
Mas ao longo da última década, o seu crescimento aumentou perigosamente. Em meados do ano passado, o cinturão de algas havia crescido para mais de 20 milhões de toneladas, estendendo-se por quase 9.000 quilômetros.


Photo  rjsinenomine is licensed under CC BY 2.0 

“Apartheid Climático” é iminente. Apenas os ricos sobreviverão.



As praias ao longo do Atlântico e do Caribe estão sendo atingidas por faixas de algas, o que representa uma ameaça para as indústrias do turismo de algumas dessas comunidades.
Normalmente, essas manchas de algas podem ajudar a fornecer refúgio para animais marinhos no oceano aberto e ajudar a oxigenar a água através da fotossíntese. Mas o crescimento desenfreado, especialmente perto das regiões costeiras, pode dificultar a capacidade dos animais de se movimentar e respirar e pode sufocar outros corais e plantas.
Para entender o que está causando essa disseminação, Mengqiu Wang, da Universidade do Sul da Flórida, analisou duas décadas de dados de satélite, fazendo referência a dados que incluíam padrões de consumo de fertilizantes no Brasil, desflorestaçao na Amazônia e descarga do rio Amazonas.
Antes de 2011, a quantidade de Sargaço do Atlântico equatorial e do Caribe era insignificante, mas a partir daí começaram as grandes mudanças.


Photo  M.P.N.texan is licensed under CC BY-NC 2.0 


Descongelamento prematuro do permafrost do Ártico preocupa cientistas




Wang constatou que os aumentos anuais observados quase todos os anos a partir de 2011 coincidem com a descarga, rica em nutrientes, que flui do rio Amazonas durante o verão e a primavera, e ressurgindo na costa oeste africana, que leva água mais rica em nutrientes para zonas menos profundas.






O aumento da desflorestação e o uso de fertilizantes no Brasil nos últimos anos fez crescer os índices de nutrientes que fluem da Amazônia e ajudou a proliferar as algas, escreveu Wang.
Sem sinais de desaceleração, essas proliferações de algas provavelmente serão normais a partir de agora.


Descongelamento prematuro do permafrost do Ártico preocupa cientistas


Se nada mudar, a civilização pode colapsar em poucas décadas


Fonte// Newscientist

terça-feira, 25 de junho de 2019

Foi encontrada nos EUA a maior reserva de água doce subterrânea do mundo

Ao estudar o subsolo marinho na costa nordeste dos EUA, cientistas descobriram um aquífero gigante de água relativamente fresca aprisionado em sedimentos porosos sob o oceano. Os investigadores acreditam que é a maior formação desse tipo encontrada até hoje no mundo.
Os cientistas acreditam que este tipo de aquíferos devem existir por todo o planeta, e esperamos que, no futuro, sua descoberta possa ajudar a resolver o problema da escassez de água doce.
"Os dados sugerem que um sistema contínuo de aquíferos submarinos cobre pelo menos 350 quilômetros da costa atlântica dos Estados Unidos e contém aproximadamente 2.800 quilômetros cúbicos de águas subterrâneas de baixa salinidade" , escrevem os autores do estudo , publicado na revista Scientific.
Segundo especialistas, o aquífero se estende ao longo da costa atlântica de Massachusetts a Nova Jersey e da costa ao oceano. A profundidade dos aquíferos, por outro lado, é estimada entre 180 e 360 ​​metros abaixo do fundo do oceano.




A descoberta foi feita graças a uma exploração por sondagem magneto telúrica. Quanto mais salgada a água, melhor é a condutividade elétrica. De acordo com os cientistas, esses aquíferos podem ter-se formado entre 15.000 e 20.000 anos atrás como resultado do derretimento das geleiras, e são alimentados regularmente a partir do continente por fontes submersas devido a fenômenos de maré.
Os pesquisadores observam que as reservas recém-descobertas de "água relativamente doce" constituem o maior aquífero submarino conhecido até o momento. No entanto, os cientistas acreditam que tais formações devem ser encontradas em todo o planeta e, no futuro, sua exploração poderia ajudar a resolver o problema da escassez de água.
"Nossas descobertas podem ser usadas para melhorar os modelos de processos glaciais, eustáticos, tectônicos e geromórficos do passado nas plataformas continentais e fornecer informações sobre geoquímica, ciclos biogeoquímicos e a biosfera profunda", acrescentaram os autores do estudo.

Água engarrafada com milhares de partículas de microplásticos


Tecnologia low-cost para dessalinizar a agua do mar

Fonte//Actualidad.rt




segunda-feira, 24 de junho de 2019

Lula gigante filmada no Golfo do México

Não é exatamente o “peixe-diabo” que Julio Verne conjurou nas “Vinte Mil Léguas Submarinas”, nem é provável que “arraste navios para as profundezas”.
Mas ao contrário das fantasias de terror, essa lula gigante, a segunda a ser capturada em vídeo no seu habitat natural, é a primeira a ser vista no Golfo do México.

Uma equipa de investigadores, numa expedição financiada pelo National Oceanic and Atmospheric Administration’s Office of Ocean Exploration and Research, capturou o vídeo no início desta semana a uma profundidade de 759 metros, 100 milhas a sudeste de New Orleans



No blog da NOAA, os drs. Sönke Johnsen e Edith Widder descrevem a lula gigante como um juvenil de 3 a 3,5 metros de comprimento, que foi atraído para um dispositivo de alto mar que imitava uma água-viva brilhante.
Por curiosidade, a maior lula gigante já registada pelos cientistas tinha 13 metros de comprimento e provavelmente pesava perto de uma tonelada.




Os mapas antigos frequentemente mostram serpentes, com o aviso 'aqui há monstros'”, escreveram Johnsen e Widder. "No entanto, os 'monstros' são estes
Mais importante, não encontramos um monstro. A lula gigante é grande e certamente invulgar da nossa perspetiva, mas se o vídeo mostra alguma coisa do caráter do animal, mostra um animal surpreendido por seu erro, recuando depois de atacar algo que a princípio deve ter parecido atraente, mas obviamente não era comida."

Uma equipa de investigadores japoneses registou o primeiro vídeo de uma lula gigante no seu habitat natural, em águas profundas, em 2012, a 14 quilômetros a leste da ilha de Chichi, no Oceano Pacífico Norte.


2018, foi o ano mais quente dos oceanos



Fonte//Huffpost





sábado, 4 de maio de 2019

Dispositivo permite recolher cobalto do mar para as baterias dos elétricos


Atualmente, a maioria das baterias para veículos elétricos é baseada em cobalto, um elemento proveniente de minas que frequentemente recorrem trabalho infantil e outras práticas antiéticas.
 Agora, uma equipe de engenheiros do MIT diz que encontrou uma alternativa, de acordo com a New Scientist, usando um aparelho com o formato de bola de praia pendurado em plataformas de petróleo oceânicas desativadas, é possível absorver cobalto suficiente para construir centenas de milhares de baterias para carros elétricos.


A pesquisa da equipa, publicada no periódico Renewable and Sustainable Energy Reviews , descreve como o mundo poderá enfrentar uma escassez de cobalto logo no início de 2020, um problema logístico que poderia prejudicar o emergente movimento de veículos elétricos.




Como há 70 vezes mais cobalto nos oceanos do que em terra, apenas 76 plataformas de petróleo do Golfo do México equipadas com dispositivos de absorção de cobalto poderiam absorver o suficiente para compensar um quarto do cobalto usado na fabricação de baterias em 2017, revela o estudo.
A nova técnica, embora cientificamente viável, tem ainda custos enormes para conseguir ser rentável a nível comercial, informa a New Scientist.
Mas pode ser possível reduzir os custos, com mais investigação e recorrendo a materiais reciclados que o poderia tornar a perspetiva financeiramente viável.

O conceito "carro do futuro" quase no presente da China


Bateria de metanol permite mesma autonomia dos carros a combustão


Grandes camiões da Nikola Motor movidos a hidrogénio


Fonte//Futurism




quarta-feira, 1 de maio de 2019

Costa do Atlântica dos EUA ameaçada pelo aumento do nível do mar


Novas pesquisas mostram que 75% da costa do Atlântico, da Carolina do Norte até o centro da Flórida, está altamente vulnerável à erosão e à inundação causada pelas marés, devido ao constante aumento do nível do mar, até 2030, afetando negativamente muitos habitats espécies costeiras.
Os novos dados refletem um aumento de 30 por cento em áreas altamente vulneráveis ​​na região desde 2000, a data de projeções anteriores do Coastal Vulnerability Index do US Geological Survey.
As descobertas vêm de um estudo no The Journal of Wildlife Management , liderado por Betsy von Holle, bióloga da Universidade da Flórida Central.



Photo Pixabay


Nos últimos 30 anos os oceanos tornaram-se mais tempestuosos



Algumas das espécies costeiras em risco incluem tartarugas verdes, espécies ameaçadas que nidificam ao longo da costa e já enfrentam desafios, como um aumento nas doenças infeciosas. Segundo o estudo, o aumento do nível do mar aumentará o risco de erosão em cerca de 50% das áreas de nidificação dessas espécies na próxima década.
"Precisamos saber não apenas quais áreas serão as mais afetadas pelo aumento do nível do mar, mas também aquelas espécies mais vulneráveis ​​a este facto, a fim de descobrir planos de recurso para as espécies costeiras", diz von Holle.

As aves marinhas também irão sofrer, de acordo com o estudo. Espera-se que o habitat de nidificação de aves marinhas ao longo da costa, por exemplo, para a andorinha-do-mar e a terneira tenha aproximadamente 80% e 70% de aumento do risco de erosão e inundação devido à subida do nível do mar até 2030.
Os pelicanos marrons enfrentam um risco um pouco menor, mostrou o estudo, com apenas cerca de 20% de seus habitats de nidificação de alta densidade apresentando maior potencial de inundação e erosão devido à elevação do nível do mar. Isto é possivelmente porque eles nidificam em áreas mais altas, como em ilhas artificiais resultantes de dragagens.






"Estamos surpreendidos que houvesse diferenças tão grandes nas diferentes espécies em termos de sua vulnerabilidade ao aumento do nível do mar", diz von Holle.
"Quando há erosão e inundação durante as estações reprodutivas, tem grandes impactos nas espécies", diz ela. "Muitas das espécies que estudamos são espécies ameaçadas, então saber que o aumento do nível do mar será uma ameaça a certas espécies ajuda a descobrir como priorizar ações de intervenção."
Embora o aumento do nível do mar seja uma ameaça para as espécies costeiras, os especialistas dizem que as estruturas feitas pelo homem, como os paredões e molhes de portos, impedem que a praia se estenda naturalmente para o interior. Sem esses tipos de estruturas, as espécies costeiras e costeiras poderiam se adaptar melhor ao aumento do nível do mar, como faziam no passado.
Para realizar o estudo, os investigadores atualizaram o Índice de Vulnerabilidade Costeira do Serviço Geológico dos EUA para a Baía do Atlântico Sul,uma área que se estende de Cape Hatteras, Carolina do Norte, até Sebastian Inlet em Brevard County, Flórida, usando a projeção de aumento do nível do mar,seguindo dados de várias fontes.



Tartaruga Verde Photo Pixabay


O que pode provocar o fim da humanidade?




A área inclui o Refúgio Nacional da Vida Selvagem de Archie Carr nos condados de Brevard e Indian River, que é um dos mais importantes habitats de nidificação das tartarugas cabeçudas do mundo e a mais importante área de nidificação de tartarugas verdes nos EUA.
Usando os dados atualizados, a área da baía do Atlântico Sul, considerada altamente vulnerável aos efeitos da subida do nível do mar, aumentou de 45% em 2000 para 75% até 2030.

Os investigadores então colocaram os dados geográficos existentes sobre a densidade de nidificação das espécies, nas projeções de vulnerabilidade para determinar a sobreposição entre os locais de nidificação das espécies costeiras e a vulnerabilidade ao aumento do nível do mar até 2030.
Eles analisaram os dados de habitat de 11 animais costeiros, incluindo três espécies de tartarugas marinhas, três espécies de aves costeiras e cinco espécies de aves marinhas.





Além de von Holle, os autores do estudo incluíram Jennifer L. Irish e Nick R. Taylor, da Virginia Tech; Annette Spivy com a Universidade de Maryland; John F. Weishampel, professor do Departamento de Biologia da UCF e reitor associado da Faculdade de Pós-Graduação da UCF; Anne Meylan com a Comissão de Conservação de Peixes e Vida Selvagem da Flórida; Matthew H. Godfrey, da Comissão de Recursos da Vida Selvagem da Carolina do Norte; Mark Dodd, do Departamento de Recursos Naturais da Geórgia; Sara H. Schweitzer, da Comissão de Recursos da Vida Selvagem da Carolina do Norte; Tim Keyes com o Departamento de Recursos Naturais da Geórgia; Felicia Sanders com o Departamento de Recursos Naturais da Carolina do Sul; Melissa K. Chaplin com o Serviço de Pesca e Vida Selvagem dos EUA.



Pelicanos Marrons Photo Pixabay


A acidificação dos oceanos "pode ter consequências inimagináveis"



Von Holle recebeu seu doutorado em ecologia e biologia evolutiva pela Universidade do Tennessee-Knoxville.
A pesquisa foi financiada pela Cooperativa de Conservação da Paisagem do Atlântico Sul.



Cerca de 1 milhão de espécies estão em risco de extinçao


Revelado o único método capaz de evitar uma catástrofe climática


Animação mostra como seria a Terra se todo o gelo derretesse

Fonte//ScienceDaily

domingo, 17 de março de 2019

Encontrado porta-aviões “Uss Wasp” afundado na Segunda Guerra Mundial


Um grupo de exploradores de águas profundas, trabalhando a partir do navio Research Research Petrel, descobriu os restos do “USS Wasp”, um porta-aviões da Segunda Guerra Mundial que foi afundado por um submarino japonês, em 1942 durante um ataque às Ilhas Salomão. Informou a Popular Mechanics na quinta-feira.

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Photo Youtube RV Petrel

Submarino alemão da Primeira Guerra Mundial descoberto na costa francesa



O vaso de guerra, afundado há quase 80 anos, foi encontrado a 4.200 metros de profundidade, no Mar de Coral, a meio caminho entre a Austrália e a Nova Guiné, segundo o relatório. A descoberta do “USS Wasp” é a mais recente de uma série de descobertas semelhantes. Nos últimos anos, a tripulação do Petrel encontrou vários naufrágios da Segunda Guerra Mundial, incluindo o USS Juneau, o USS Ward, o USS Lexington, o USS Helena e o USS Indianapolis. No início de fevereiro, a tripulação anunciou a descoberta de outro porta-aviões, o USS Hornet.





O USS Wasp foi atingido por três torpedos japoneses em 15 de setembro de 1942, quando cobria o ataque às Ilhas Salomão, uma operação destinada a proteger a Austrália e a Nova Zelândia e a criar bases para novas operações contra o Japão, segundo a Popular Mechanics.







O USS Wasp sofreu danos massivos, levando o capitão a ordenar o abandono do navio menos de uma hora após o ataque. O navio demorou cerca de oito horas para afundar completamente. No ataque morreram 176 marinheiros e 366 ficaram feridos, num total de 2.162 tripulantes.
Paul Allen, o fundador da Microsoft já falecido, ainda em vida, reuniu a equipa de Petrel tendo deixado uma pré-condição estabelecida, que era que os destroços históricos fossem tratados como sepulturas de guerra e que suas localizações permanecessem secretas, conhecidas apenas por governos e museus.




 Hoje, o Petrel está equipado com um veículo submarino autônomo Remus 6000, capaz de explorar profundidades de até seis quilômetros (19.685 pés). O Petrel também funciona como um navio teste para vários equipamentos de águas profundas que nunca foram instaladas em qualquer outro navio.


Teoria da conspiração indica que o Titanic nunca afundou

A Marinha dos EUA encomendou um submarino autónomo á Boeing

Atingido o ponto mais profundo do Oceano Atlântico