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quinta-feira, 19 de setembro de 2019

Volkswagen apresentou o seu novo eletrico ID.3

A Volkswagen apresentou o novo ID.3, o seu primeiro carro elétrico, no Salão Automóvel da Frankfurt. 
A fabricante alemã aproveitou o Salão Automóvel de Frankfurt para anunciar o novo ID.3, o seu primeiro veículo elétrico, e assim entrar no competitivo mercado em expansão doa automóveis elétricos.
O ID.3 , com um preço abaixo dos 30 mil euros, estará disponível em três variantes de autonomia, que vão dos 330 aos 550 quilómetros. Claro que a versão de mais baixo custo, inferior a 30 mil euros é a com a menor autonomia, 330 quilómetros, e conta com uma bateria de 45kWh.
A versão básica do ID.3 apenas carrega até 50kW, sendo necessário pagar um extra para que carregue mais rapidamente (até 100kW), dando a Volkswagen garantia á bateria de oito anos ou de 160 mil quilómetros.




Com algumas semelhanças ao VW Golf e com um preço um pouco a baixo da maior parte dos elétricos no mercado, o novo ID.3 é mais espaçoso que os concorrentes tendo um painel touchscreen de dez polegadas e outros botões “touch” no no seu interior.
O Grupo Volkswagen está fazer um grande investimento no mercado dos elétricos, e espera-se que nos próximos anos, as várias marcas do grupo construam automóveis elétricos. A Volkswagen já tem planeados modelos dentro da linha “ID”: I.D. Crozz, I.D. Vizzion, I.D. Roomzz, I.D. Buzz e I.D. Buggy.







Também a condução autónoma está nos projetos da marca alemã e apesar de o novo ID.3 ser de condução manual, os futuros veículos da gama “ID” serão lançados com vista a serem completamente autónomos.


Carros elétricos da Ford usarão a plataforma MEB da Volkswagen



Fonte//TheVerge





quarta-feira, 28 de agosto de 2019

Motor HET promete revolucionar indústria dos carros elétricos


A Linear Labs terá reinventado os motores elétricos, sendo que os novos motores elétricos têm binário muito maior e mais potência, sendo assim mais eficientes que os atuais motores de veículos elétricos no mercado.
 Desde que se conhecem, que os motores elétricos pouco ou nada evoluíram. Mas, o motor apresentado pela Linear Labs é um grande avanço na indústria.



Com este novo motor elétrico HET (Hunstable Eletric Turbine), a empresa garante que é dispensável a caixa de redução, pois o motor garante muito mais binário nas baixas rotações, bem como mais potência nas rotações mais elevadas, vindo assim contrariar os atuais motores elétricos, que estão associados a uma caixa de redução, que permite uma maior rotação de saída para os automóveis elétricos, mantendo o mesmo número de rotações na gama de maior eficiência.





A Linear Labs espera estrear o seu novo motor HET numa scooter em 2020, e num carro protótipo em 2021
A Linear Labs recorreu ao uso de 4 rotores em conjunto com uma bobina. Bobina que tem um formato inovador, que lhe permite alterar os campos magnéticos consoante as necessidades do veículo elétrico em andamento. Assim, com este sistema, será possível que os motores elétricos funcionem suavemente a baixas rotações, como também a rotações mais elevadas; sem terem que recorrer à caixa de redução mecânica.



No fundo isto traduz-se num menor peso, custos mais baixos e menor complexidade no motor elétrico.
A Linear Labs garante que este novo motor é 20% mais eficiente que os atuais motores elétricos convencionais.

Toyota com plano para veículos elétricos, híbridos e a hidrogênio


O camião elétrico e autônomo da Volvo Trucks, 'Vera' já tem trabalho


Fonte//Portal  Energia










domingo, 25 de agosto de 2019

Carro elétrico recarrega quando está em movimento


A fabricante de automóveis japonesa Toyota está desenvolvendo um carro elétrico capaz de recarregar as baterias mesmo quando em movimento.
A gigante nipónica revelou recentemente que está trabalhando num modelo experimental do Prius que vai dispor de células solares de alta capacidade instaladas no capô e no tejadilho do veículo para captar energia.


Photo Toyota


O protótipo é completamente diferente de outros modelos elétricos, uma vez que eles utilizam painéis solares para “ajudar” nos carros híbridos, sendo essa energia utilizada apenas para os sistemas suplementares como vidros elétricos, por exemplo.
A Toyota começou a trabalhar com carros equipados com painéis solares há sete anos. O primeiro protótipo podia gerar 180 W de potência, mas o atual já consegue produzir cerca de 860 W.




Com o auxílio da empresa de tecnologia Sharp, as células solares do Prius híbrido foram capazes de melhorar e aumentar sua eficiência para atingir um total de 45 km por dia usando apenas a energia da bateria.
Há uma expectativa de que novos testes sejam efetuados nos próximos meses no Japão. Caso os resultados esperados sejam alcançados, este modelo poderá em breve ser comercializado em todo o mundo. A previsão mais modesta é que isso aconteça a partir de 2023.











quarta-feira, 17 de julho de 2019

Carros elétricos da Ford usarão a plataforma MEB da Volkswagen


A aliança entre a VW e a Ford tem mais novidades. Além da confirmação das novas gerações das pick up Ranger e Amarok para 2022, a construtora americana anunciou que utilizará a plataforma MEB da Volkswagen para seus próximos carros elétricos. O desenvolvimento deste projeto está sob a responsabilidade do centro de pesquisas da Ford em Merkenich, na Alemanha, e deverá ser concluído em 2023.



Photo VW Divulgaçao

Lightyear One, o carro solar que todos vão desejar


Com a aliança VW-Ford, aparecerão 27 novidades até 2023, por meio de 4 marcas. O objetivo é vender 600 mil elétricos nos primeiros 6 anos de mercado
Segundo o CEO responsável pela aliança VW-Ford , Herbert Diess,  a arquitetura EV da Volkswagen trará benefícios para os  clientes e para o meio ambiente.
Além da novidade, já foi anunciado por ambas as construtoras que, entretanto, também vão desenvolver outro elétrico com a plataforma MEB , mas para a Europa e para os EUA, planeiam a pick up  elétrica F-150 EV e o futuro SUV inspirado no Mustang.







Outro ponto importante diz respeito à Argo AI, empresa responsável por desenvolver tecnologias de condução autônoma. Com foco nos novos carros elétricos, tanto a Ford quanto a VW possuem participação conjunta nas ações, que quando somadas, detém a porção maioritária. A Argo está avaliada em US$ 7 mil milhões e, após o acordo, receberá pelo menos US$ 1 mil milhões em investimentos.


Photo VW divulgaçao

Toyota com plano para veículos elétricos, híbridos e a hidrogênio



 O Grupo Volkswagen espera produzir 10 milhões de veículos na plataforma MEB logo na primeira fase. Por enquanto, há poucas informações sobre a plataforma, tal como o tamanho do carro, ou a distancia entre eixos. Outra grande expectativa são os detalhes dos modelos que receberão a nova plataforma, mas garantiu que, até 2023, 27 deles e 4 marcas diferentes (Ford, Volks e mais duas) usarão a MEB.




Photo VW Divulgaçao


Segundo a Volkswagen, os novos modelos também virão com baterias mais eficientes. Com carregadores rápidos, uma recarga de 80% vai demorar cerca de 30 minutos, algo que já existe em alguns elétricos atuais e, na maioria dos casos, garantirá uma autonomia entre 400, 500 e até 600 km. Já foram investidos o equivalente a R$ 5,3 mil milhões, para o desenvolvimento das novas tecnologias. Com isso, vai se tornar a maior plataforma de desenvolvimento de carros elétricos de toda a Europa

O camião elétrico e autônomo da Volvo Trucks, 'Vera' já tem trabalho

Paris quer tráfego nos Jogos Olímpicos com táxis voadores

Fonte//Carros










domingo, 7 de julho de 2019

Lightyear One, o carro solar que todos vão desejar


O grupo de Eindhoven, cujo protótipo venceu o Bridgestone World Solar Challenge por três anos, acaba de lançar o primeiro carro solar de longo alcance do mundo. O veículo totalmente elétrico de quatro passageiros foi batizado de Lightyear One.
O protótipo, que já tem 100 unidades vendidas para serem entregues em 2021, foi apresentado a um público seleto de investidores, clientes, parceiros e imprensa na semana passada, na Holanda.


                                      Lightyear One duas portas, carro para quatro passageiros Photo Eindhoven
                                    
"Este momento representa uma nova era no ramo automovel", disse Lex Hoefsloot, CEO e co-fundador da Lightyear. "Dois anos depois de trabalho intenso e planeamento levaram a este marco, que é um grande passo para alcançar nossa missão de tornar a mobilidade limpa disponível para todos."
A Lightyear foi fundada em 2016 após receber prêmios, doações e investimentos suficientes para que eles pudessem desenvolver seu protótipo funcional em apenas dois anos.
O Lightyear One foi projetado usando apenas os princípios da física para produzir a máxima eficiência aproveitando todo o potencial da energia solar.




Conseguiram assim produzir um carro de luxo para 4 passageiros que requer apenas metade do consumo de energia de outros carros de sua classe, e com uma bateria de dois terços do tamanho de um Tesla S, mas proporcionando maior alcance, até 800 quilômetros (497 milhas) com condução ao sol.
Hoefsloot continuou: “O principal objetivo do carro é preencher as lacunas existentes nos carros elétricos atuais. As pesquisas efetuadas mostraram que o alcance e a falta de opções de carregamento ainda são as principais preocupações que as pessoas têm quando consideram os carros elétricos.


 Lightyear One duas portas, carro para quatro passageiros Photo Eindhoven
Este veículo pode ser carregado diretamente da energia solar, mas também pode ser ligado á rede elétrica para carregamento. Então, efetivamente, carrega muito mais rapidamente a partir de qualquer tomada elétrica. Pode carregar para deslocação até 400 km (248 milhas) durante uma noite numa tomada vulgar.
O carro é construído a partir de materiais de alta tecnologia para ter o menor peso possível, mantendo a segurança rigorosa dos passageiros.
No teto e no capô estão cinco metros quadrados de células solares integradas em vidro de segurança, tão fortes que um adulto pode andar sobre elas sem causar danos.
O Lightyear One é propulsionado por quatro rodas acionadas de forma independente, de modo que nenhuma energia é perdida no trânsito do motor para a roda. Além da energia solar, o Lightyear One pode ser carregado numa estação de carregamento rápida ou numa tomada comum.





Ainda falta realizar os testes de colisão, mas estão para breve. Hoefsloot e sua equipa de engenheiros internacionais, alguns vindos da Ferrari e da Tesla, acreditam que, com os avanços nos carros solares, estes tornar-se-ão mais baratos no futuro, podendo causar um grande impacto nas emissões mundiais de CO2.
Como as novas tecnologias têm um alto custo unitário no início, necessitam entrar no mercado em grande escala. Por agora, no mercado exclusivo, os primeiros veículos custam US $ 127.000, mas os próximos modelos que a Lightyear pretende desenvolver terão um preço de compra significativamente menor.



Combinado com os baixos custos operacionais do veículo, um preço baixo por quilômetro, o terceiro passo será fornecer carros verdadeiramente sustentáveis, mais acessíveis do que o custo do combustível necessário para um carro de combustão.
"Este será o nosso mais importante ponto de inflexão no futuro próximo, e abrirá caminho para uma frota de carros que seja cem por cento sustentável."
Precisam ainda aumentar a produção do Lightyear One nas suas novas instalações em Helmond, mas os compradores podem reservar um dos 500 veículos elétricos pagando uma caução de reserva de € 119.000 , estando a entrega prevista para 2021.

Pneus furados vão pertencer ao passado


Os carros vão mudar mais na próxima década do que no ultimo século





quinta-feira, 27 de junho de 2019

Toyota com plano para veículos elétricos, híbridos e a hidrogênio


A Toyota, líder mundial do setor automóvel, acaba de anunciar um ousado plano para os carros elétricos. A proposta é vender 5,5 milhões de veículos com essa tecnologia nos próximos cinco anos. A empresa prevê 10 novos modelos elétricos até 2025 numa ofensiva para tornar este tipo de veículo popular.

Photo Toyota

Grandes camiões da Nikola Motor movidos a hidrogénio



Já em 2020, durante os Jogos Olímpicos de Tóquio, deve lançar um ultracompacto EV, projetado para a mobilidade urbana e viagens de curta distância, algo que favorece muito o universo dos carros elétricos. O modelo, chamado i-Road, tem dois lugares e permite uma velocidade máxima de 60 km/h e autonomia de 100 km com carga única.
Haverá ainda um outro superprojeto da Toyota, a bateria em estado sólido. Para adiantar, pode-se dizer que trata-se de uma nova tecnologia que amplia a capacidade de produção de energia e tem maior rapidez de recarga.



Ultracompacto, i-Road Photo Toyota


Tesla lança táxis sem condutor já no próximo ano



A Toyota também anunciou parcerias com outras marcas japonesas na área dos elétricos, que inclui um carro compacto desenvolvido em conjunto com a Suzuki e um SUV médio feito com a Subaru.
Segundo o vice-presidente executivo da Toyota, Shigeki Terashi, as novidades não significam que a empresa irá abandonar projetos anteriores, como os híbridos. “Fomos pioneiros com o Prius”, ressalta. Nesse sentido, além dos puros elétricos, estão previstos novos carros híbridos, híbridos plug-in e ainda será dada ênfase ao veículo de células de combustível a hidrogênio.







Outro Toyota é o Mirai, com células de combustível a hidrogênio, que já é vendido na Califórnia
Este ano, no Salão de Nova York, realizado em abril, a Toyota já havia mostrado os avanços do modelo Mirai, movido a hidrogênio, destacando este combustível como seguro, não-tóxico e livre de emissões de gás carbônico. O Mirai (que significa futuro) funciona apenas com hidrogênio e suas únicas emissões pelo tubo de escape são de água.
A Toyota espera que a tecnologia esteja plenamente desenvolvida e operacional até a metade da próxima década. Hoje, o Mirai é vendido experimentalmente na Califórnia, onde existe infraestruturas para o abastecimento com hidrogênio.


Mirai Photo Toyota

Os carros vão mudar mais na próxima década do que no ultimo século




A autonomia atual do modelo é de cerca de 500 quilômetros. O reabastecimento leva cinco minutos e o custo do combustível é incluído nos primeiros três anos de propriedade. A parte mecânica tem garantia de oito anos ou 160 mil quilômetros.
Modelos como o Corolla Hybrid plug-in, que chega este ano, pode ter a nova bateria em estado sólido
A chamada superbateria, nova aposta dos smartphones de última geração, chegará também aos automóveis da Toyota. Menor, mais leve e menos agressiva em relação às tradicionais de íons de lítio com materiais líquidos, a bateria em estado sólido pode representar um avanço na popularização de veículos elétricos e híbridos plug-in.


Toyota corolla Hybrid Photo Toyota

Pneus furados vão pertencer ao passado



Na prática, ela tem um carregamento mais rápido, maior densidade de energia, ciclo de vida de até 10 anos e componentes não inflamáveis. Ou seja, mais eficiência, garante maior economia e melhor segurança para os utilizadores dos carros elétricos e híbridos.


Paris quer tráfego nos Jogos Olímpicos com táxis voadores


A Uber apresenta o interior do seu táxi voador


Fonte//Carros

domingo, 16 de junho de 2019

O camião elétrico e autônomo da Volvo Trucks, 'Vera' já tem trabalho


Volvo Trucks, uma empresa do setor automóvel da Suécia, anunciou na quinta-feira que seu camião elétrico autônomo acaba de receber sua primeira tarefa.
A empresa fez uma parceria com a gigante de logística e ferris DFDS para usar seu mais recente caminhão autônomo, “Vera”, para transportar mercadorias num terminal portuário em Gotemburgo, na Suécia.


Photo Volvo Trucks

Os carros vão mudar mais na próxima década do que no ultimo século


Em setembro de 2018, a Volvo Trucks apresentou sua primeira solução elétrica, ligada remotamente e autônoma, projetada para tarefas repetitivas em centros logísticos, fábricas e portos. O “Vera” é adequado para curtas distâncias, transportando grandes volumes de mercadorias com alta precisão.
Enquanto seus veículos autônomos anteriores se parecem com camiões normais, o caminhão “Vera” tem um design impressionantemente futurista, que leva os esforços de direção autônoma da Volvo a um nível totalmente novo. É principalmente um cérebro, alguns motores, baterias e sem lugar para um motorista. É um pouco estranho, mas isso não impediu que ele conseguisse lugar para trabalhar na cidade natal da Volvo, Gotemburgo.





O “Vera” é alimentado pelo mesmo sistema de força e baterias dos camiões elétricos da Volvo. Comunicando-se uns com os outros através de um centro de controlo em nuvem, o que pode otimizar o fluxo de tráfego, manter as operações sem problemas alem de minimizar os tempos de espera.
Embora as movimentadas estradas da cidade ainda apresentem vários desafios para os carros autônomos, a tecnologia autônoma já está avançada o suficiente para ser implantada da maneira como a Volvo a utiliza. Em suma, eles podem seguir rotas pré-definidas em locais relativamente tranquilos, com poucos obstáculos inesperados.


Photo Volvo Trucks

O veículo autônomo navegará por uma rota pré-definida, parte da qual utiliza estradas públicas, transportando contentores de transporte a uma distância relativamente curta entre um centro logístico da DFDS e o terminal portuário. O objetivo é criar um sistema que ofereça um fluxo eficiente e contínuo de mercadorias.
A experiencia piloto é uma colaboração com a empresa de logística DFDS. “Agora temos a oportunidade de implementar o “Vera” num cenário ideal e desenvolver ainda mais seu potencial para outras operações semelhantes”, disse Mikael Karlsson, vice-presidente de soluções autônomas da Volvo Trucks, num comunicado.


Os transportes autônomos com baixos níveis de ruído e zero emissões de escape têm um papel importante a desempenhar no futuro da logística e beneficiarão os negócios e a sociedade. Vemos essa colaboração como um começo importante e queremos impulsionar o progresso nessa área. O “Vera” pode ter um limite de velocidade, mas nós não. Os testes já começaram e pretendemos implementar a solução nos próximos anos ”, acrescenta Mikael Karlsson.




Tesla lança táxis sem condutor já no próximo ano








sábado, 25 de maio de 2019

Os carros vão mudar mais na próxima década do que no ultimo século


Embora pensemos que os nossos carros mudaram nos últimos 100 anos,  a verdade é que evoluiram mas a maneira como os conduzimos pouco mudou.
 Mas a mudança radical está chegando. Na próxima década, não apenas a energia motriz mas todo o conceito automóvel mudará completamente, e deixaremos de ser condutores.



Photo Pixabay

Hidrogénio, vantagens e desvantagens


Alguns carros já têm recursos básicos de automatização, mas os experiencias automóveis que atualmente estão sendo realizados por empresas como Uber e Google compõem uma pequena percentagem dos veículos que circulam nas nossas estradas. Até 2030, o carro padrão evoluirá de ajudas o motorista para assumir o controlo total de todos os aspetos da condução na maioria das condições de trânsito.





Essa automatização generalizada, juntamente com a eletrificação e o aumento da interligação tanto do carro quanto da sociedade, devem mudar a indústria automóvel de uma forma significativa, afetando tudo, desde a aparência dos carros até a maneira como passamos o tempo dentro deles, e principalmente como nos transportam do ponto A para o ponto B.
A primeira grande diferença que vamos notar entre os carros de hoje e os de 2030 são seus nomes. Assim como a Apple e a Samsung assumiram um mercado de telefonia móvel que a Nokia e a Blackberry dominaram, Tesla, Apple, Dyson e Google poderiam se tornar as marcas automóvel mais reconhecidas do futuro.





Eles provavelmente vão parecer muito diferentes também. Vistos de fora, as grandes entradas de ar e as grades frontais que refrigeram nossos motores de combustão não serão mais necessárias, enquanto os espelhos retrovisores serão substituídos por câmaras e sensores. As janelas podem ser maiores para permitir que os passageiros, que não precisam conduzir, aproveitem a vista ou quase não exijam privacidade. O Mercedes-Benz Vision URBANETIC demonstra estes novos visuais radicais com um veículo modular que pode mudar de corpo para movimentar cargas ou pessoas.
O interior dos carros será muito mais flexível, alguns permitindo a personalização de cor, luz, privacidade e layout com o toque de um botão. O recente carro conceito 360c da Volvo prevê um espaço multifuncional que pode se transformar numa sala, num escritório e até num quarto.






Os para-sol tornar-se-ão coisa do passado, com vidro inteligente que nos permite controlar a quantidade de luz do dia que entra ao toque de um botão. As portas do carro conceito Mercedes F015 possuem telas extras que podem funcionar como janelas ou sistemas de entretenimento.
Muitos carros serão equipados com sistemas de realidade aumentada, que irão sobrepor visuais gerados por computador no para-brisas ou noutras áreas de exibição adequadas, para aliviar o stress do passageiro.





Os motoristas poderão comunicar com os seus carros por meio de comandos verbais ou gestuais. Em modelos de ponta, podemos até ver algumas versões antigas de interfaces cérebro-computador, que associariam padrões de atividade cerebral a comandos para controlar o carro ou entreter os ocupantes. Tecnologia semelhante já foi usada para controlar membros protéticos e cadeiras de rodas.
A Internet sempre crescente em tudo tornar-se-á fundamental para a forma como nossos carros integrados nos transportam e comunicam-se com o mundo. Sensores projetados para reconhecer e se comunicar com sinais de trânsito atualizados, marcações, redes de câmaras, pedestres e outros veículos permitirão que os carros sincronizem seus movimentos, minimizando o consumo de combustível e melhorando o fluxo de tráfego. Os carros também poderão ajudar as autoridades a manter as infraestruturas rodoviárias, por exemplo, com sensores de pneus que os notificam sobre a deterioração das condições da estrada.




Quando os humanos escolhem conduzir, a tecnologia alerta os motoristas sobre colisões iminentes com outros veículos tenta evitá-los. É provável que as melhorias na tecnologia de sensores térmicos permitam que os carros vejam além da faixa de iluminação dos faróis dos carros. Se suficientemente padronizado e legislado para, essas tecnologias devem reduzir substancialmente o número de acidentes rodoviários, embora provavelmente após um pico inicial.
Embora os motoristas rurais provavelmente ainda possuam os seus carros, nas cidades não serão proprietários de automóveis e usarão veículos no género da Uber mas num patamar mais elevado. Em Moscovo, já são feitas diariamente 9 milhões desses trajetos, mais de 30 vezes mais do que no início de 2018.



Vários países e cidades anunciaram proibições da venda de novos carros a gasolina e diesel num futuro próximo, muitos até 2030. Os veículos mais antigos ainda estarão na estrada, portanto é improvável que os postos de gasolina desapareçam até essa data. No entanto, os fabricantes de automóveis já estão cada vez mais interessados em veículos que suportarão os combustíveis do futuro.


Precisamente como será esse futuro, não se sabe. A incerteza sobre se os carros híbridos atualmente populares serão incluídos na proibição de veículos pode desencorajar empresas e consumidores de investir muito nesse caminho. Os veículos totalmente elétricos representam apenas 2% do mercado global no momento, mas como seu preço cairá abaixo dos carros a gasolina até meados dos anos 2020 , sua participação de mercado certamente aumentará.






Depende também ainda da autonomia e tempo de carregamento, e neste momento os governos investem em redes de carregamento elétrico. Esperamos que os veículos totalmente elétricos sejam pelo menos uma opção viável para uma ampla gama de motoristas até 2030, mas avanços tecnológicos inovadores imprevisíveis poderiam facilmente mudar o futuro do combustível para veículos. Por exemplo, os cientistas estão trabalhando duro para resolver as dificuldades de produção e armazenamento que atualmente limitam o potencial de veículos movidos a hidrogênio limpos, de rápido abastecimento e de longo alcance.
O ano de 2030 pode não parecer muito distante, mas uma década é muito tempo para a tecnologia mudar. Em 2008, o primeiro iPhone acabara de ser lançado, e a mudança climática era uma questão de fundo para os governos e a comunicação social. Agora, a tecnologia e o discurso ambiental estão mudando a um ritmo sem precedentes. Portanto, não se surpreenda se olhar para os carros de hoje dentro de uma década e se perguntar: Como é que conseguimos mudar tanto??.


Grandes camiões da Nikola Motor movidos a hidrogénio




Fonte//The Conversation

sexta-feira, 17 de maio de 2019

Táxi aéreo elétrico de cinco lugares fez voo inaugural em Munique

A startup alemã Lilium realizou o voo inaugural do seu táxi aéreo totalmente elétrico, um tiltjet VTOL de cinco lugares capaz de percorrer 300 km em 60 minutos.
Conhecido como o Lilium Jet, o protótipo da aeronave é alimentado por 36 motores a jato elétricos. As alas principais abrigam 24 motores, enquanto os 12 restantes ficam alojados num banco de asa menor na frente do avião. Tem uma potência máxima de 2.000 HP que pode ser principalmente usada para a decolagem e pouso, mas a Lilium diz que em voo necessita de menos de 10% dessa potencia. O táxi aéreo não tem cauda, ​​leme, ou hélices, e tem apenas uma parte móvel em cada motor.




Boeing fez voo teste com o seu carro voador

Fundada em Munique em 2015, a Lilium tem mais de US $ 100 milhões em capital de risco. Em 2017, apresentou uma aeronave VTOL elétrica de dois lugares que serviu de prova de conceito para o jato Lilium. Após os testes, o seu voo inaugural em Munique em 04 Maio foi controlado remotamente. Neste primeiro teste o veículo pairou no local a poucos metros do chão, com o voo de transição e o teste de voo cruzeiro. Com um alcance projetado de 300 km, o táxi aéreo será quatro vezes mais rápido que um táxi terrestre, ainda que com preços um pouco superiores, segundo seus criadores.




"Hoje estamos dando mais um grande passo para tornar a mobilidade aérea urbana uma realidade", disse Daniel Wiegand, co-fundador e CEO da Lilium. “Em menos de dois anos, conseguimos projetar, construir e ter sucesso no voo, uma aeronave que servirá como modelo para a produção em massa. Passar de dois para cinco lugares foi sempre a nossa ambição, pois nos permite transportar muitos mais passageiros. Ter cinco lugares ocupados oferece uma economia de escala que simplesmente não se consegue alcançar com dois ”.



A Lilium está impulsionando um cronograma agressivo para a introdução de seu serviço de táxi aéreo, dizendo que espera estar totalmente operacional em várias cidades em todo do mundo até 2025. Resta saber se as regulamentações quanto ao uso do espaço aéreo permitirão a essa meta ambiciosa, mas com concorrentes como o Uber também investindo muito no setor, os táxis aéreos poderão em breve se tornar uma característica dos centros urbanos.





sábado, 4 de maio de 2019

Dispositivo permite recolher cobalto do mar para as baterias dos elétricos


Atualmente, a maioria das baterias para veículos elétricos é baseada em cobalto, um elemento proveniente de minas que frequentemente recorrem trabalho infantil e outras práticas antiéticas.
 Agora, uma equipe de engenheiros do MIT diz que encontrou uma alternativa, de acordo com a New Scientist, usando um aparelho com o formato de bola de praia pendurado em plataformas de petróleo oceânicas desativadas, é possível absorver cobalto suficiente para construir centenas de milhares de baterias para carros elétricos.


A pesquisa da equipa, publicada no periódico Renewable and Sustainable Energy Reviews , descreve como o mundo poderá enfrentar uma escassez de cobalto logo no início de 2020, um problema logístico que poderia prejudicar o emergente movimento de veículos elétricos.




Como há 70 vezes mais cobalto nos oceanos do que em terra, apenas 76 plataformas de petróleo do Golfo do México equipadas com dispositivos de absorção de cobalto poderiam absorver o suficiente para compensar um quarto do cobalto usado na fabricação de baterias em 2017, revela o estudo.
A nova técnica, embora cientificamente viável, tem ainda custos enormes para conseguir ser rentável a nível comercial, informa a New Scientist.
Mas pode ser possível reduzir os custos, com mais investigação e recorrendo a materiais reciclados que o poderia tornar a perspetiva financeiramente viável.

O conceito "carro do futuro" quase no presente da China


Bateria de metanol permite mesma autonomia dos carros a combustão


Grandes camiões da Nikola Motor movidos a hidrogénio


Fonte//Futurism