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domingo, 25 de agosto de 2019

Carro elétrico recarrega quando está em movimento


A fabricante de automóveis japonesa Toyota está desenvolvendo um carro elétrico capaz de recarregar as baterias mesmo quando em movimento.
A gigante nipónica revelou recentemente que está trabalhando num modelo experimental do Prius que vai dispor de células solares de alta capacidade instaladas no capô e no tejadilho do veículo para captar energia.


Photo Toyota


O protótipo é completamente diferente de outros modelos elétricos, uma vez que eles utilizam painéis solares para “ajudar” nos carros híbridos, sendo essa energia utilizada apenas para os sistemas suplementares como vidros elétricos, por exemplo.
A Toyota começou a trabalhar com carros equipados com painéis solares há sete anos. O primeiro protótipo podia gerar 180 W de potência, mas o atual já consegue produzir cerca de 860 W.




Com o auxílio da empresa de tecnologia Sharp, as células solares do Prius híbrido foram capazes de melhorar e aumentar sua eficiência para atingir um total de 45 km por dia usando apenas a energia da bateria.
Há uma expectativa de que novos testes sejam efetuados nos próximos meses no Japão. Caso os resultados esperados sejam alcançados, este modelo poderá em breve ser comercializado em todo o mundo. A previsão mais modesta é que isso aconteça a partir de 2023.











quinta-feira, 27 de junho de 2019

Toyota com plano para veículos elétricos, híbridos e a hidrogênio


A Toyota, líder mundial do setor automóvel, acaba de anunciar um ousado plano para os carros elétricos. A proposta é vender 5,5 milhões de veículos com essa tecnologia nos próximos cinco anos. A empresa prevê 10 novos modelos elétricos até 2025 numa ofensiva para tornar este tipo de veículo popular.

Photo Toyota

Grandes camiões da Nikola Motor movidos a hidrogénio



Já em 2020, durante os Jogos Olímpicos de Tóquio, deve lançar um ultracompacto EV, projetado para a mobilidade urbana e viagens de curta distância, algo que favorece muito o universo dos carros elétricos. O modelo, chamado i-Road, tem dois lugares e permite uma velocidade máxima de 60 km/h e autonomia de 100 km com carga única.
Haverá ainda um outro superprojeto da Toyota, a bateria em estado sólido. Para adiantar, pode-se dizer que trata-se de uma nova tecnologia que amplia a capacidade de produção de energia e tem maior rapidez de recarga.



Ultracompacto, i-Road Photo Toyota


Tesla lança táxis sem condutor já no próximo ano



A Toyota também anunciou parcerias com outras marcas japonesas na área dos elétricos, que inclui um carro compacto desenvolvido em conjunto com a Suzuki e um SUV médio feito com a Subaru.
Segundo o vice-presidente executivo da Toyota, Shigeki Terashi, as novidades não significam que a empresa irá abandonar projetos anteriores, como os híbridos. “Fomos pioneiros com o Prius”, ressalta. Nesse sentido, além dos puros elétricos, estão previstos novos carros híbridos, híbridos plug-in e ainda será dada ênfase ao veículo de células de combustível a hidrogênio.







Outro Toyota é o Mirai, com células de combustível a hidrogênio, que já é vendido na Califórnia
Este ano, no Salão de Nova York, realizado em abril, a Toyota já havia mostrado os avanços do modelo Mirai, movido a hidrogênio, destacando este combustível como seguro, não-tóxico e livre de emissões de gás carbônico. O Mirai (que significa futuro) funciona apenas com hidrogênio e suas únicas emissões pelo tubo de escape são de água.
A Toyota espera que a tecnologia esteja plenamente desenvolvida e operacional até a metade da próxima década. Hoje, o Mirai é vendido experimentalmente na Califórnia, onde existe infraestruturas para o abastecimento com hidrogênio.


Mirai Photo Toyota

Os carros vão mudar mais na próxima década do que no ultimo século




A autonomia atual do modelo é de cerca de 500 quilômetros. O reabastecimento leva cinco minutos e o custo do combustível é incluído nos primeiros três anos de propriedade. A parte mecânica tem garantia de oito anos ou 160 mil quilômetros.
Modelos como o Corolla Hybrid plug-in, que chega este ano, pode ter a nova bateria em estado sólido
A chamada superbateria, nova aposta dos smartphones de última geração, chegará também aos automóveis da Toyota. Menor, mais leve e menos agressiva em relação às tradicionais de íons de lítio com materiais líquidos, a bateria em estado sólido pode representar um avanço na popularização de veículos elétricos e híbridos plug-in.


Toyota corolla Hybrid Photo Toyota

Pneus furados vão pertencer ao passado



Na prática, ela tem um carregamento mais rápido, maior densidade de energia, ciclo de vida de até 10 anos e componentes não inflamáveis. Ou seja, mais eficiência, garante maior economia e melhor segurança para os utilizadores dos carros elétricos e híbridos.


Paris quer tráfego nos Jogos Olímpicos com táxis voadores


A Uber apresenta o interior do seu táxi voador


Fonte//Carros

domingo, 23 de junho de 2019

Descoberto material que permite que baterias de lítio se auto regenerem

Investigadores da Universidade de Tóquio, desenvolveram um novo tipo de material com propriedades que prolongam a vida útil das baterias.
 Este novo componente, vem permitir que as atuais baterias de lítio e de sódio possam armazenar mais energia, além de permitir que estas tenham uma nova capacidade, a de auto regeneração, corrigindo assim pequenos defeitos que tenham.


Photo Royalcargo

É limpo, poderoso e disponível, mas estamos prontos para o uso do hidrogênio?


A capacidade de armazenamento de energia e o tempo de vida útil das baterias, são dois aspetos das baterias que há muito se tentava melhorar. Melhorias que têm o objetivo de responder às necessidades futuras dos smartphones e dos carros elétrico
Tanto as baterias de iões de lítio, como as de promissoras baterias de sódio, podem armazenar e fornecer grandes quantidades de energia devido aos seus constituintes. Mas devido aos vários ciclos de carga e recarga, repetitivos ao longo do tempo, estas baterias vêm a capacidade de armazenamento de energia reduzir-se ao longo do tempo.
 O novo material desenvolvido na Universidade de Tóquio, vem colmatar essa falha, e assim aumentar o tempo de vida útil das baterias, bem como melhorar a capacidade de armazenamento de energia. Essas melhorias conseguiram-se com a introdução das baterias que se auto regeneram.
No interior de uma bateria, existem várias camadas de material metálico. À medida que as baterias são carregadas e descarregadas, há uma degradação das camadas metálicas, desenvolvendo-se quebras e lascas que são as chamadas falhas de empilhamento. Estas falhas de empilhamento acabam por reduzir as capacidades de armazenamento e fornecimento de energia da bateria.





As falhas de empilhamento ocorrem devido ao rompimento da força de Van der Waals, que a força responsável pela união dos materiais metálicos. Mas que é superada pela tensão imposta sobre os materiais devido aos ciclos de carga e descarga.
 A equipa de investigação japonesa conseguiu demonstrar que se as baterias forem feitas com um novo material, cuja fórmula é Na2RuO3 (sódio, rutênio e oxigênio), então deixa de haver os tais ciclos de carga e descarga (ou pelo menos são reduzidos), como as camadas de materiais metálicos ganham uma nova capacidade, a de auto regeneração, que ocorre porque o material, que também é composto por uma estrutura em camadas, se mantém unido devido força denominada Lei de Coulomb, que é bem mais forte que a força de Van der Waals.
Atsuo Yamada, responsável pela investigação, defendeu que assim as baterias podem ter uma vida útil mais longa, bem como serem levadas aos limites que atualmente as danificam. Pois aumentar a densidade de energia das baterias, faz com que o futuro dos transportes elétricos seja promissor. Pois é necessária mais autonomia nas baterias para os carros elétricos, e este novo material pode ajudar nessa inovação.

O reator nuclear avançado da ThorCon


Novo e mais eficiente módulo solar de 500W




Fonte//Portalenergia