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quarta-feira, 23 de janeiro de 2019

Cientistas recriaram uma super onda em laboratório



Na plataforma de petróleo Draupner, na costa da Noruega, era normal serem atingidos por ondas enormes. Mas às 15h no dia de Ano Novo em 1995 foi atingida por uma fenomenal.
Chegando a quase 26 metros era o tipo de onda que espera-se que acontece uma vez de 100 em 100 anos. Agora os cientistas finalmente têm evidências sólidas das forças envolvidas na formação da onda.

Photo Varelanoticias

Aumento na força das ondas colocam em risco áreas costeiras


Uma equipe de engenheiros das Universidades de Oxford e Edimburgo criou um cruzamento de ondas em uma piscina circular numa tentativa de criar uma tempestade perfeita.
"O tamanho da onda Draupner em 1995 foi o arranque para estudos sobre essas ondas e levou a muitos anos de pesquisa na física dessas ondas ", afirmou o engenheiro Mark McAllister, da Universidade de Oxford.
"Ao recriar a onda Draupner no laboratório, aproximamos-mos um pouco mais da compreensão dos mecanismos potenciais desse fenômeno."


Photo Journal of Fluid Mechanics, 2019

Ondas gigantes como a que atingiu Draupner são, literalmente, lendárias, havendo de fato ocorrências de navios que encontram estas montanhas  de água nascendo do nada.
As Boias mediram ondas de até 19 metros, enquanto os navios já foram apanhados por ondas com quase 30 metros de altura. Ao contrário das ondas provocadas por tempestades e correntes, essas ondas nascem do caos de padrões de ondas interferentes, atingindo sem aviso prévio.
A onda Draupner de 1995 foi um marco, a primeiro de seu tipo a ser registrado por instrumentos científicos, tornando-a objeto de investigação nas últimas duas décadas.

Existem duas teorias que descrevem a mecânica destas grandes ondas. Para desmistificar os investigadores construíram uma versão em miniatura destas ondas monstruosas em laboratório para testar que tipos de fenomeno dão origem a algo realmente impressionante.



A equipe conduziu as suas experiencias num tanque de teste circular de 25 metros de diâmetro no FloWave Ocean Energy Research Facility, no Reino Unido, criando ondulação de vários ângulos para encontrar quais formavam as ondas em estudo.
Descobriram que varias ondas cruzando-se a 120 graus poderiam criar uma onda gigante ocasional.

No vídeo abaixo pode-se ver o movimento das ondas.




"Esta observação de laboratório não apenas esclarece como a famosa onda Draupner pode ter ocorrido, mas também destaca a natureza e o significado da quebra da onda ao encontrar diversas condições de mar", disse o pesquisador sênior do estudo, Ton van den Bremer, da Universidade de Oxford.
A mini onda simula as ondas reais, fotografadas em mar aberto, deixando a equipa confiante de que estava no caminho certo.


Mas para os investigadores, também havia a explicar uma obra de arte famosa do Japão sobre estas ondas.
O artista japonês Katsushika Hokusai,  representou  a grande onda de Kanagawa  que está entre as representações mais famosas do mundo de uma onda gigante, representada em tudo, desde t shirts a canecas a tapeçarias.

É impossível dizer se Hokusai realmente viu as tais ondas ou apenas ouviu descrições.
Tem sido sugerido que o artista estava ilustrando um momento da história japonesa, na altura em que o Japão estava prestes a ser inundado pela cultura ocidental. O rebentamento de uma onda gigante no oceano aberto seria a metáfora perfeita para um Japão em mudança.
A plataforma de petróleo Draupner foi projetada e construída para resistir a ondas maiores que ade 1995, e sofreu apenas pequenos danos.


Atingido o ponto mais profundo do Oceano Atlântico



Mas muitas outras estruturas e embarcações não tiveram tanta sorte, havendo muitas que naufragaram.
Estudos como este servem para destacar as condições que tornam as ondas gigantes mais prováveis ​​e, tornar as viagens oceânicas muito mais seguras.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2019

Hyundai apresenta o conceito do elétrico "Elevate"


A Hyundai apresentou recentemente o “Elevate”, um veículo elétrico com quatro pernas robóticas projetadas para permitir que o carro suba ou caminhe em terrenos acidentados.



Photo Futurism




Por enquanto, o projeto é apenas conceitual. A empresa prometeu revelar um protótipo do veículo na CES 2019 (Consumer Electronics Show, em Las Vegas) e assim o fez, se bem em tamanho reduzido.
O vídeo, compartilhado durante uma conferência de imprensa na convenção anual de eletrônicos, exibe uma versão computadorizada do carro usando as suas potencialidades para se deslocar sobre pedras e escombros.






O Elevate possui cinco modos diferentes de locomoção, dois sob rodas, dois andando e um “omnidirecional”, ou seja, pode-se movimentar em qualquer direção. Este é um modelo á escala 1:8 do Elevate:










Por fim, é um vídeo de um protótipo funcional do veículo rastejando pelo chão usando as quatro pernas e até subindo uma plataforma, permanecendo nivelado.





Os vídeos acima indicam qual a principal função do carro. A empresa acredita que o Elevate poderia ser usado em situações de emergência.


  • Quando um tsunami ou terremoto nos atinge, os veículos de resgate atuais só podem levar os socorristas até a perto da área de destroços. A partir dá têm que seguir a pé. O Elevate pode ir até o local do desastre e ultrapassar os obstáculos causados por detritos ou escombros”, disse John Suh, vice-presidente da Hyundai, num comunicado à imprensa.

A fabricante também acredita que o Elevate pode ser usado no serviço de transporte de pessoas com problemas de mobilidade.


  1. Esta tecnologia vai muito além das situações de emergência. Pessoas que vivem com deficiências em todo o mundo e não têm acesso a uma rampa podem usar um Hyundai Elevate autônomo que pode deslocar-se até a porta da frente, nivelar-se e permitir que a cadeira de rodas entre,as possibilidades são ilimitadas”, concluiu.



Fonte// Futurism




quarta-feira, 26 de dezembro de 2018

Sabia que os cristãos já proibiram o Natal?



A maioria dos americanos não está ciente de que o Natal foi retirado na América durante várias décadas pelos próprios cristãos, por exemplo, em Boston de 1659 a 1681.
A guerra original contra o Natal foi travada durante os séculos XVI e XVII pelos puritanos, ou cristãos protestantes que acreditavam que as pessoas precisavam de regras rígidas para serem religiosos, e que qualquer tipo de festa ou animação era pecado.

Photo Depositphotod


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Assim, os próprios seguidores de Jesus Cristo, tanto na América como na Inglaterra, ajudaram a aprovar leis que tornaram ilegal celebrar o Natal. Eles acreditavam que era um insulto a Deus honrar um dia que também era um dia de festividades pagãs antes de Cristo.
Todas as atividades de Natal, incluindo danças, decorações, jogos, canções natalicias, e sobretudo de beber, foram proibidas pelo Parlamento dominado pelos puritanos da Inglaterra, em 1644, seguidos pela Nova Inglaterra.







Em Boston, o Natal foi proibido, e ate mesmo em Plymouth, era considerado crime. As árvores de Natal e as decorações foram considerados como rituais pagãos, e os puritanos proibiram todos os alimentos tradicionais da época, como tortas e pudins. As leis puritanas exigiam que as lojas e empresas permanecessem abertas durante todo o dia de Natal, e os crentes caminhavam pelas ruas na véspera do evento gritando “Não ao Natal!”.

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Na Inglaterra, a proibição do Natal foi levantada em 1660, com a subida ao trono do rei Carlos II. No entanto, a presença puritana permaneceu na Nova Inglaterra, nos EUA, e o Natal não só passou a ser feriado em 1856, continuando mesmo assim, algumas escolas a dar aulas a 25 de dezembro até 1870.
Embora a mudança tenha sido lenta, o Natal começou a ser festejado gradualmente até atingir o nível que conhecemos.





segunda-feira, 17 de dezembro de 2018

Podemos estar a retroceder climaticamente 50 milhões de anos


Um estudo publicado na segunda-feira (10 de dezembro de 2018) no Proceedings of National Academy of Sciences,  mostra que os seres humanos estão revertendo uma tendência de arrefecimento do planeta a longo. Falamos de pelo menos 50 milhões de anos revertidos em apenas dois séculos.
Até 2030, o clima da Terra deve assemelhar-se ao do Plioceno médio, que remonta a mais de 3 milhões de anos no tempo geológico. Sem haver reduções nas emissões de gases de efeito estufa, o clima em 2150 pode compara-se ao Eoceno quente e quase sem gelo, uma época que caracterizou o mundo 50 milhões de anos atrás.

Photo The seaarch titans

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Todas as espécies vivas da Terra, tiveram um ancestral que sobreviveu ao Eoceno e ao Plioceno. A questão é se os homens, a flora e a fauna conseguem adaptar-se a essas rápidas mudanças. As mudanças que se vivem agora parecem ser as mais rápidas que aconteceram no planeta.
Durante o Eoceno, os continentes estavam mais próximos e as temperaturas globais ficaram em média 13 graus Celsius mais quentes do que são hoje. A extinção dos dinossauros tinha acontecido recentemente e os primeiros mamíferos, como baleias e cavalos ancestrais, estavam se espalhando pelo globo. No Ártico apareceram as florestas pantanosas como as encontradas hoje no sul dos EUA
No Plioceno, as Américas do Norte e do Sul uniram-se. O clima era árido, as pontes terrestres permitiam que os animais se espalhassem pelos continentes e os Himalaias se formassem. As temperaturas estavam entre 3,2 e 6,5 graus Fahrenheit (1,8 a 3,6 graus Celsius) mais quentes do que são hoje.







Para o estudo, Burke e Williams e restante equipa da Universidade de Bristol, Universidade de Columbia, Universidade de Leeds, Instituto Goddard de Estudos Espaciais da NASA e do Centro Nacional de Pesquisa Atmosférica, examinaram as semelhanças entre projeções climáticas futuras pelo Quinto Relatório de Avaliação do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas e vários períodos da história geológica onde incluíam o início do Eoceno, o meio do Plioceno, o Último Interglacial (129 a 116 mil anos atrás), o Holoceno médio (há 6.000 anos), a era pré-industrial (antes de 1850) e o início do século XX.

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Usaram o Representative Concentration Pathway 8.5 (RCP8.5), que representa um cenário climático futuro no qual não calcularam as emissões de gases de efeito estufa, e o RCP4.5, um cenário em que reduzimos moderadamente as emissões de gases de efeito estufa e simulações climáticas usando três modelos diferentes mas bem estabelecidos: o Modelo Acoplado do Centro Hadley versão 3, o Instituto Goddard de Estudos Espaciais Modelo E2-R e o Modelo do Sistema Clima Comunitário.
Embora não sem falhas, cada um desses modelos representa os melhores dados disponíveis e técnicas de última geração.

Em ambos os cenários e em cada modelo, comparado com eras anteriores, o clima da Terra mais se assemelhava ao Plioceno médio até 2030 (sob RCP8.5) ou 2040 (sob RCP4.5). No cenário de paragem na emissões de gases de efeito estufa de RCP4.5, o clima então estabiliza em condições semelhantes às do Plioceno, mas com as emissões mais altas de gases de efeito estufa do RCP8.5, o clima continua a aquecer até começar se assemelhar ao Eoceno em 2100, alcançar condições similares ao Eoceno em 2150.

Photo Conspiraçaoi Global


Os modelos mostraram esses climas geológicos emergindo primeiro do centro dos continentes e expandindo-se para o exterior. As temperaturas aumentam, a precipitação aumenta, as calotas polares derretem e os climas tornam-se temperados perto dos polos.
 O estudo também mostrou que, sob o RCP8.5, novos tipos de clima aparecem em quase 9% do planeta. Estas são condições que não têm antecedentes geológicos ou históricos conhecidos e concentram-se no leste e sudeste da Ásia, no norte da Austrália e nas costas da América.


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A Terra está caminhando para o desconhecido na vida de nossos filhos e netos. Por outro lado, a vida há muito provou ser resistente. Estamos a reduzir o dos combustíveis fósseis e procurando fontes de energia mais sustentáveis ​​e livres de dióxido de carbono. Mas um longo caminho ainda há a percorrer concluiu.




Fonte//ScienceDaily





sábado, 17 de novembro de 2018

As 10 modas mais fatais da internet


A internet é um dos avanços mais incríveis da humanidade. O seu uso é sem dúvida uma porta aberta para o conhecimento. Infelizmente, porém, a internet também tem a parte negra que só existe devido á estupidez humana.
O site Listverse juntou as 10 correntes mais perigosas espalhadas na internet, principalmente entre crianças e adolescentes, com resultados terríveis: ferimentos graves, e até mesmo a morte.


 10. Momo


O Momo já está associado ao suicídio de dois adolescentes e uma criança É um jogo de desafios que se tornou popular na América do Sul, Ásia, México, França, Alemanha e Estados Unidos. Os jogadores são encorajados a entrar em contato com um número no WhatsApp que da acesso ao “Momo”, e passam a receber mensagens assustadoras com o próximo desafio.

Os desafios incluem autoflagelação, assistir filmes de terror e acordar a meio da noite. Os jogadores recebem ameaças de que suas informações pessoais serão v publicadas se não efetuarem as tarefas. O desafio final é cometer suicídio.

Na Índia, um rapaz de 18 anos foi encontrado enforcado perto de sua casa em Kurseong, em Agosto deste ano. Em Setembro, um rapaz de 16 anos e uma menina de 12 anos suicídaram-se na Colômbia, e os investigadores descobriram atividade ligada ao jogo nos seus telefones.
Os responsáveis pelo jogo ainda não foram encontrados.





9.O desafio da Baleia Azul


Em 2016, apareceu um fenômeno das redes sociais conhecido como o Desafio da Baleia Azul, se tornou viral com consequências trágicas. No jogo sinistro, os jogadores seguem um perfil nas redes sociais que vai atribuinso tarefas aos jogadores ao longode 50 dias. Essas tarefas vão da autoflagelação ao suicídio. O jogo está ligado a 130 mortes na Rússia.
No início de 2018, os corpos de duas meias-irmãs, Maria Vinogradova, de 12 anos, e Anastasia Svetozarova, de 15 anos, foram encontrados na neve do lado de fora de seu apartamento em Izhevsk, na Rússia. Ambas saltaram de um predio de dez andares e que seus suicídios estavam ligados ao Desafio da Baleia Azul. Antes de sua morte, a irmã mais nova postou uma foto de seu namorado nas redes sociais com a legenda: “Perdoe-me, por favor. Eu te amo muito. Eu sei que você encontrará alguém melhor que eu”.

8. Planking


Planking consiste em tirar uma foto de alguém deitado de bruços, com os braços colados ao corpo e o rosto encostado na superfície. Em apenas algumas semanas, uma onda de fotos assim inundou a internet, o que transformou o planking num fenômeno. Para os praticantes, quanto mais invulgar a localização, melhor. Embora a brincadeira fosse destinada apenas a ser divertida e inofensiva, as pessoas começaram a procurar locais perigosos para fazer as fotos.

Em 2011, a brincadeira fez a primeira vítima quando um jovem de 20 anos chamado Acton Beale, de Queensland, na Austrália, caiu de uma varanda em Brisbane numa tentativa de fazer o Planking. Na página do Facebook criada em sua memória, um amigo escreveu: “Aqueles que realmente conheciam Acton lembrar-se-ão dele muito além do erro cometido”

7. Selfies extremas


As selfies são um fenômeno, mas algumas pessoas não sabem os limites, e acabaram pagando por isso com a própria vida. Um estudo revelou que entre março de 2014 e setembro de 2016, houve 127 “mortes devidas a selfies” em todo o mundo.
Há uma grande variedade de motivos para a ocorrência das mortes. Fotos com armas que disparam por acidente, quedas em rios, quedas de penhascos, eletrocussão, etc.

O mesmo estudo também revelou que a Índia é o país com o maior número de selfies fatais, o que levou a polícia indiana a tomar medidas de segurança para impedir que as pessoas tirem selfies em pontos perigosos. Implantaram policiamento nos pontos usados para selfies quando a maré está alta. Quando o tempo está mau, pedem às pessoas que não se aproximem do mar para tirar selfies.

6. Slender Man


O Slender Man, é uma lenda urbana sobre uma figura alta e sem feições que persegue e sequestra crianças. Mas isso só causou problemas na vida real em 2014, quando Morgan Geyser e Anissa Weier, ambas com 12 anos na época, atraíram uma amiga para a floresta em Waukesha, no estado americano do Wisconsin, e a esfaquearam 19 vezes. A vítima, também com 12 anos, conseguiu se arrastar até a beira da estrada, onde conseguiu ajuda. A menina recuperou das feridas quase fatais.
Após o acto, Geyser e Weier partiram a pé para encontrar o Slender Man numa floresta a 500 quilômetros de distância.

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Ambas as crianças foram enviadas para instituições mentais, e os psicólogos descobriram que Weier não conseguia distinguir a realidade da fantasia. A jovem disse temer que, caso não esfaqueasse a amiga, o Slender Man iria fazer-lhe mal e á sua família.





5. Punch 4 Punch


As lutas corpo a corpo são bem anteriores à internet, mas um jogo chamado Punch 4 Punch trouxe-as para o mundo online. Em 2014, um homem de 23 anos chamado Tommy Main morreu após um jogo letal de Punch 4 Punch.

A morte trágica apareceu quando circularam os vídeos de pessoas que participam em lutas corpo a corpo. Dois jogadores se revezam um contra o outro até que um deles pede para parar. Os golpes violentos devem supostamente seriam apenas no braço ou no ombro do adversário, no entanto alguns jogadores recebem golpes no rosto e no estômago, enquanto noutras variações os participantes têm um braço amarrado nas costas. O vencido tem que pagar uma prenda que envolve o consumo de álcool. Os primeiros vídeos são de 2009.

4. Desafio dos Lábios


Uma das tendências mais bizarras nas redes sociais nos últimos anos foi o Kylie Jenner Lip Challenge (Desafio dos Lábios de Kylie Jenner). Inspirados nos seus lábios, os seus seguidores começaram a tentar obter o mesmo visual sugando copos, garrafas e potes. O efeito de sucção leva o sangue para os lábios, criando a bizarra aparência desejada. No entanto, a brincadeira levou a muitos ferimentos e algumas pessoas chegaram a ficar com cicatrizes permanentes. Fotos de vítimas do desafio que foram compartilhadas nas redes sociais e mostraram que os lábios de algumas pessoas ficaram negros.

Os médicos alertaram que a sucção causa um micro traumatismo aos vasos sanguineos, cicatrizes, hematomas (coagulação) ou fibrose (espessamento do tecido).

3. NekNominate


O NekNominate é um jogo de beber que virou uma mania na Internet em 2014 e já causou várias mortes. O jogo incentiva pessoas a beber certa quantidade de álcool. O ato é filmado e colocado online para outras pessoas verem. A pessoa que cumpriu o desafio indicava a próxima a faze-lo.

Os jogadores tentam sempre superar os feitos dos seus amigos, e é aí que reside o perigo. Entre os mortos está o ex-jogador de rugby britânico Bradley Eames, de 20 anos, que filmou-se tomando dois copos de gin. Morreu quatro dias depois.
Um outro jovem de 20 anos, chamado Issac Richardson, morreu depois de beber um coquetail de vinho, uísque, vodka e cerveja como parte de um desafio da NekNominate.

2. Tombstoning


Nos últimos anos, adolescentes e adultos mesmo, começaram a filmar outros saltando de um penhasco conhecido como Dead Man’s Cove, em Devon, na Inglaterra. Isso logo se espalhou pelas redes sociais. Múltiplas lesões e mortes têm sido associadas a práticas assim, conhecidas como tombstoning, que envolve um salto para a água a partir de um ponto alto, com o corpo em posição rígida e vertical. A queda de 20 metros em Devon foi fatal para um homem de 39 anos, que morreu tentando realizar o tombstoning. Entre outras vítimas está um adolescente que quebrou o pescoço em três lugares e um homem de 25 anos ficou paralisado depois de saltar do mesmo local.

Saltar de penhascos, rochas ou outras estruturas para o mar pode ser muito perigoso. A profundidade da água pode mudar drasticamente com a maré, e o que era uma piscina funda na hora do almoço pode ser uma poça rasa na hora do chá. O choque com água fria pode tornar difícil nadar em segurança e correntes fortes podem rapidamente afastar as pessoas,

1. Surfar o comboio


Fazer surf em cima dos comboios era popular nos anos 80, e agora a tendência ressurgiu. A cidade de Nova York tem visto um aumento no número de “surfistas”. Os aventureiros locais tentam agarrar-se a comboios em movimento, seja na parte de trás do vagão ou no teto
Em 2016, Christopher Serrano, de 25 anos, morreu ao tentar surfar o comboio citadino em Nova Iorque. Ele morreu enquanto tentava subir o comboio em Brooklyn por volta das 5:00 da manhã. Serrano viajava com uma amiga quando se colocou entre duas carruagens em movimento e subiu. Serrano foi atingido por algo com o comboio em movimento, o que o derrubou. Ele foi declarado morto no local.



Fonte//Listverse

segunda-feira, 22 de outubro de 2018

Porque acreditamos em deuses? Nasce connosco ou aprendemos a acreditar?

As crenças religiosas não estão ligadas à intuição ou pensamento racional, de acordo com uma nova pesquisa feita pelas universidades de Coventry e Oxford.

Estudos anteriores sugeriram que as pessoas que possuem fortes crenças religiosas são mais intuitivas e menos analíticas, mas quando pensam mais analiticamente, as suas crenças religiosas enfraquecem.



Mas novas pesquisas, de académicos do Centro de Avanços na Ciência do Comportamento da Universidade de Coventry e de neuro-cientistas e filósofos da Universidade de Oxford, sugerem que esse não é assim e que as pessoas não nascem ``fiéis´´.



O estudo, que incluiu testes a peregrinos participando do famoso Caminho de Santiago e uma experiencia de estimulação cerebral, não encontrou nenhum elo entre o pensamento intuitivo e  analítico, ou inibição cognitiva (uma capacidade de suprimir pensamentos e ações indesejáveis) e crenças sobrenaturais.

Em vez disso, os académicos concluíram  que outros fatores, como educação e cultura, são mais responsáveis pelas crenças religiosas.

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O estudo, publicado na Scientific Reports , foi o primeiro a desafiar uma tendência crescente entre os psicólogos cognitivos nos últimos 20 anos, que tentou mostrar que acreditar no sobrenatural é algo que nos chega naturalmente ou intuitivamente, não nascemos com isso.

A equipe começou realizando uma investigação numa das maiores rotas de peregrinação do mundo, o Caminho de Santiago de Compostela, no norte da Espanha.

Eles inquiriram os peregrinos sobre a força de suas crenças e o tempo gasto na peregrinação e avaliaram seus níveis de pensamento intuitivo com uma tarefa de probabilidade, em que os participantes tinham que decidir entre uma escolha lógica e o pressentimento


Foto mitologiaonline

Os resultados indicaram que não há nenhuma ligação entre a crença sobrenatural e a intuição.

Num segundo estudo, onde usaram quebra-cabeças matemáticos para aumentar a intuição, também não encontraram nenhum elo entre os níveis de pensamento intuitivo e crença sobrenatural.


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Na última parte de sua pesquisa, usaram a estimulação cerebral para aumentar os níveis de inibição cognitiva, que é regula o pensamento analítico.

Para isso foram colocados 2 elétrodos no couro cabeludo do participante onde, para ativar o frontal inferior direito, uma parte do cérebro que controla o controle inibitório.

Um estudo prévio de imagens cerebrais mostrou que os ateus usavam mais essa área do cérebro quando queriam suprimir ideias sobrenaturais.

Os resultados mostraram que, embora esta estimulação cerebral tenha aumentado os níveis de inibição cognitiva, não alterou os níveis de crença sobrenatural, sugerindo que não existe uma ligação direta entre a inibição cognitiva e a crença sobrenatural.

Chegaram á conclusão que  é "prematuro" explicar a crença nos deuses como intuitiva ou natural



Fonte//ScienceDaily

segunda-feira, 24 de setembro de 2018

Por que as mulheres ainda são atraídas por cavalheiros

Se um homem se oferece para ajudar uma mulher a levantar a sua mala pesada ou estacionar o carro, o que deve ela fazer?

É um ato inócuo de cortesia?

Ou é um insulto sexista à sua força e competência?



Os psicólogos sociais que descrevem esse comportamento como " sexismo benevolente " .

Mas também revelaram um paradoxo: as mulheres preferem homens que se comportem de maneiras que possam ser descritas como benevolentemente sexistas em detrimento daqueles que não o fazem.

Alguns dizem que as mulheres simplesmente não gostam desses gestos porque se sentem enganadas. Os psicólogos chegaram a sugerir que o sexismo benevolente é mais prejudicial do que o sexismo abertamente hostil, porque é insidioso, sendo como  "um lobo em pele de cordeiro".

Surpreendentemente, nenhuma pesquisa anterior havia verificado se as mulheres, de fato, deixam de reconhecer que o sexismo benevolente pode ser enganoso e prejudicial. E, dadas as nossas origens na teoria evolucionista, também nos perguntamos se esses comportamentos são atrativos, porque indicam a disposição de um potencial parceiro.

Por isso, realizamos uma série de estudos para explorar ainda mais a atração feminina por homens benevolentemente machistas.

O que o sexismo benevolente realmente indica.

O conceito de sexismo benevolente foi desenvolvido pela primeira vez em 1996. Os mentores da ideia argumentaram que o sexismo nem sempre é abertamente hostil. Para eles, atitudes como "as mulheres devem ser valorizadas e protegidas pelos homens" ou comportamentos como abrir as portas dos carros para as mulheres porque as consideram menos competentes e sempre necessitadas de ajuda. Dessa forma alegaram que o o sexismo benevolente subestima subtilmente a igualdade de gênero.


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Segundo os estudos, as mulheres que aceitam esse comportamento tendem a se tornar cada vez mais dependentes dos homens. Elas estão dispostas a permitir que os homens lhes digam o que podem e o que não podem fazer, são levadas a pensar menos por si mesmas, são menos ambiciosas e não se saem tão bem no trabalho.

Dadas essas desvantagens identificadas, por é que as mulheres ainda são atraídas por esse comportamento?

A resposta poderia estar no que os biólogos evolucionistas chamam de " teoria do investimento parental ".

Enquanto os homens conseguem se reproduzir facilmente, fornecendo poucas células sexuais, o sucesso reprodutivo de uma mulher deve estar vinculado à sua capacidade de completar meses de gestação e lactação.

Durante grande parte da história humana, a capacidade de uma mulher escolher um parceiro que fosse capaz e estivesse disposto a ajudar nesse processo, garantindo alimento ou proteção, aumentaria seu sucesso reprodutivo.

A evolução, portanto, moldou a psicologia feminina para atender e preferir parceiros cujas características e comportamentos revelam a disposição para investir na procriação. O físico musculoso de um parceiro, (e, na atualidade, capacidade financeira) certamente indica que ele tem essas características. Abrir a porta do carro ou oferecer seu casaco são os sinais que elas identificam como ideais.

Na nossa pesquisa recentemente publicada , perguntamos a mais de 700 mulheres, com idades entre 18 e 73 anos, em cinco experiencias, para ler perfis de homens que expressaram atitudes ou se envolveram em comportamentos que poderiam ser descritos como benevolentemente sexistas, como dar um casaco ou oferecer para ajudar no o transporte de caixas pesadas.


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Em seguida, pedimos ás participantes que classificassem a atratividade do homem, a disposição de proteger, fornecer e comprometer-se, e a probabilidade de serem paternalistas.

Ficou confirmado que as mulheres percebem que os homens machistas e benevolentes são mais condescendentes e mais propensos a prejudicar suas parceiras.

Mas também descobrimos que as mulheres dos nossos estudos classificaram esses homens como mais atraentes, apesar das potenciais armadilhas.

Então, o que os tornou mais atraentes para nossos participantes? Nas suas respostas, as mulheres do estudo classificaram-nos como mais propensos a proteger e se comprometer.

Então, nos perguntamos se essas descobertas só poderiam realmente ser aplicadas a mulheres que simplesmente concordam com papéis antiquados de gênero.

Para excluir essa possibilidade, estudamos o grau de feminismo dos participantes com uma pesquisa amplamente usada que mede as atitudes feministas. Pedimos que indicassem seu nível de concordância com declarações como "uma mulher não deve deixar a carreira para ter filhos ".

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Descobrimos que feministas fortes classificaram os homens como mais paternalistas do que as mulheres tradicionais. Mas, como as outras mulheres, ainda achavam esses homens mais atraentes; as desvantagens foram compensadas pela disposição dos homens em investir na paternalidade. Parece que mesmo as feministas convictas podem preferir um companheiro cavalheiro.

Mas algumas questões interessantes permanecem. O sexismo benevolente  prejudica sempre as mulheres? Pode depender do contexto. Um homem que seja excessivamente prestativo para uma colega de trabalho de maneira condescendente pode prejudicar sua capacidade de projetar competência profissional.

A compreensão dessas nuances pode nos permitir reduzir os efeitos negativos do sexismo benevolente sem exigir que as mulheres rejeitem as coisas boas que podem surgir desse comportamento.



Fonte//LivesCiense

segunda-feira, 17 de setembro de 2018

A Grande Pirâmide de Gizé pode concentrar energia eletromagnética

Uma nova pesquisa teórica descobriu que a Grande Pirâmide de Gizé pode concentrar energia eletromagnética em suas câmaras internas e sob sua base.

Embora os antigos egípcios provavelmente não estivessem cientes dessa peculiaridade de design, o estudo realizado por uma equipe internacional de físicos pode ter aplicações importantes no campo de nano-partículas.

O método


Estamos rodeados de  radiação eletromagnética, incluindo a luz visível, de ondas de rádio e de micro-ondas. Por exemplo, a luz solar é uma forma de onda eletromagnética, além de muitas tecnologias domésticas comuns, como micro-ondas, rádios e Wi-Fi.

Como e do conhecimento geral  o Wi-Fi costuma ser fraco em certas áreas de nossas casas. Talvez devêssemos construí-las de forma mais pontiaguda no topo.

Para testar como a Grande Pirâmide de Gizé lida com a radiação eletromagnética, os investigadores precisaram fazer algumas suposições. “Por exemplo, assumimos que não existem cavidades desconhecidas no interior da pirâmide, e que o material de construção possui propriedades de calcário comum e foi distribuído uniformemente dentro e fora dela”, disse Andrey Evlyukhin, pesquisador da Universidade de São Petersburgo de Tecnologia da Informação, Mecânica e Ótica, na Rússia.


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Gigantesco vazio é descoberto na grande pirâmide de Gizé


Depois, calcularam as ressonâncias causadas pelas ondas de rádio dentro da pirâmide, criando um modelo da construção e aferindo como a energia das ondas é espalhada ou absorvida.

Usando um tipo especial de análise chamado análise multipolar, os pesquisadores descobriram que os campos dispersos estavam se concentrando nas câmaras internas da pirâmide, bem como sob sua base.

Embora seja imaginar sobre como os antigos egípcios organizavam suas pirâmides para criar melhores configurações de rádio AM para os mortos, por exemplo, é altamente improvável que eles sequer soubessem dessas propriedades de suas pirâmides. Essa é apenas uma interessante coincidência.

Partículas cósmicas recolhidas dentro de pirâmide egípcia devem explicar como ela foi construída


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Então por que estudar as propriedades eletromagnéticas da Grande Pirâmide?


Os cientistas esperam criar um efeito de concentração semelhante em nano-escala.

“Escolhendo um material com propriedades eletromagnéticas adequadas, podemos obter nano-partículas piramidais com uma promessa de aplicação prática em nano-sensores e células solares efetivas”, explica Polina Kapitainova, também investigadora da Universidade de São Petersburgo.la.



Fonte//Hypescience

sábado, 15 de setembro de 2018

Os 15 maiores navios do mundo poluem mais do que todos os automóveis do planeta

Numa altura em que a grande causa da poluição é apontada para a indústria automóvel, a Carbon War Room (organização sem fins lucrativos) publica um estudo preocupante.Segundo esse estudo, de 90% do comercio mundial é feito com recurso ao transporte marítimo e claro está as cadeias de logísticas associadas.


Foto Revista-cargo

Navios gigantes, alimentados a fuelóleo (o desperdício do processo de refinação do petróleo) que transportam milhões de toneladas de carga, são responsáveis por movimentar a economia do mundo. O automóvel, o telemóvel e produtos alimentares, tudo é transportado por estes navios. Unindo os vários continentes, o transporte marítimo é a fulcral nas trocas comerciais de todo o mundo.

De acordo com a CWR, os 15 maiores navios do mundo, sozinhos, emitem mais NOx e enxofre para a atmosfera do que os 1.300 milhões de automóveis a circular em todo o mundo. E no mundo existem muitos milhares de navio a navegar emitindo milhões de toneladas de NOx para a atmosfera.

Pode ver aqui o numero de navios por países


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Estes navios alimentam-se de fuelóleo. Um combustível derivado do petróleo, muito menos refinado do que a gasolina ou o gasóleo que colocamos nos nossos carros.

Embora os navios emitam apenas 3% dos gases de efeito estufa, a quantidade de óxidos de azoto (o famoso NOx) emitidos para a atmosfera é preocupante e ultrapassa as emissões dos 1.300 milhões de veículos que circulam atualmente em todo o mundo.

No entanto, a pressão ambiental sobre a indústria automóvel aumenta ano após ano e que tem feito a carga fiscal e o custo dos automóveis aumentar.

Já na indústria naval e nas empresas de transporte marítimo a pressão também tem aumentado, mas em muito menor escala.

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De acordo com o The Economist, o preço do transporte marítimo está em mínimos históricos. A enorme oferta que existe no setor causado uma baixa de preços, o que deixa as empresas de transporte marítimo sem margem para grandes investimentos que visem reduzir a pegada ecológica da sua atividade. Um processo tecnologicamente muito lento, pois converter um navio a GNL por exemplo não é feito de um dia para outro, e muito caro do ponto de vista económico, pois essas conversões são extramente dispendiosas.



Há no entanto um aspeto importante que importa, grande parte das emissões dos navios ocorrem em alto mar, pelo que de imediato causa menos danos à saúde publica que os automóveis nas cidades.

Qual o futuro




Organização das Nações Unidas concordou em impor restrições à poluição destes grandes navios até 2020, e a União Europeia também tomou medidas nesse sentido, medidas essas que poderão aumentar a pressão sobre o setor, e que certamente terá reflexos no preço dos produtos para o consumidor final. Afinal de contas, 90% do comércio mundial é feito por intermédio do transporte marítimo.

Diretiva da União Europeia

Fonte//Razaoautomovel

sexta-feira, 14 de setembro de 2018

FBI fecha o Observatório Solar, cria teorias de conspiração alienígenas

A velocidade com que a agência federal norte-americana invadiu as instalações levou algumas pessoas a acreditar que talvez os cientistas de lá tenham encontrado algo relacionado com questões alienígenas.

Uma nova teoria surgiu sobre o motivo pelo qual o FBI invadiu o Observatório Sunspot em Sacramento Mountains, no Novo México, relatou o The Independent.

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De acordo com o jornal, este desenvolvimento, juntamente com o campo de estudos habitual do observatório, levou um número de pessoas a se perguntar se os cientistas poderiam ter visto algo que não deveriam. Um “um canal proeminente do YouTube” especulou que o Observatório acidentalmente avistou uma nave alienígena.

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O Observatório Sunspot, nas montanhas de Sacramento, no Novo México, está fechado desde quinta-feira  por ordens do FBI e sem ninguém saber porquê.

A AURA está alegando questões de segurança e decidiu desocupar temporariamente as instalações como uma medida de precaução",  esclareceu na pagina do Facebook, acrescentando que "trabalha com as autoridades competentes". Não adiantou mais nada.

 

Fonte//SputnikNews

quinta-feira, 13 de setembro de 2018

Porque muitos graneleiros afundam.

Navios cargueiros afundam todo ano por causa da liquefação de sua carga.

Porque isto acontece?


Para quem trabalha em navios cargueiros, talvez seja menos perigoso transportar resíduos tóxicos ou explosivos do que cargas granuladas, como minério triturado.

Isto porque tais cargas são responsáveis pela perda de numerosos navios todos os anos. Em média, dez graneleiros afundaram por cada ano durante a última década.

Por quê?


Segundo Susan Gourvenec, professora de engenharia geotécnica da Universidade de Southampton (Reino Unido), cargas sólidas a granel, definidas como materiais granulares carregados diretamente no porão de um navio,podem repentinamente passar de um estado sólido para um estado líquido, um processo conhecido como liquefação.

Em 2015, o graneleiro Bulk Jupiter, um navio de 56 mil toneladas, afundou rapidamente a cerca de 300 km a sudoeste do Vietname, tendo apenas um dos 19 membros de sua tripulação sobrevivido.

Isso provocou advertências da Organização Marítima Internacional sobre a possível liquefação da bauxite, uma mistura natural de óxidos de alumínio e uma carga sólida relativamente nova.

Mais recentemente, em março de 2017, o gigantesco navio de carga Stellar Daisy também afundou subitamente enquanto transportava 260 mil toneladas de minério de ferro do Brasil para a China.

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Dos 24 tripulantes, 22 continuam desaparecidos. Uma das hipóteses apontadas para a possível causa do naufrágio é a liquefação do minério transportado, resultante de humidade excessiva.

Como ocorre a liquefação?


As cargas sólidas a granel são tipicamente materiais “bifásicos”, pois contêm água entre as partículas sólidas. Quando as partículas podem se tocar, o atrito entre elas faz o material agir como sólido (mesmo que haja líquido presente).

Quando a pressão da água sobe, as forças entre partículas reduzem-se e a resistência do material diminui. Quando a fricção é reduzida a zero, o material age como um líquido (mesmo que partículas sólidas ainda estejam presentes)

Uma carga sólida a granel aparentemente estável no cais pode se liquefazer se as pressões na água entre as partículas se acumularem enquanto elas são carregadas no navio. Isto é ainda mais provável se a carga for colocada no porão do navio com uma correia transportadora, o que é uma prática comum que pode envolver uma queda de altura significativa. A vibração e o movimento do navio e do mar durante a viagem também podem aumentar a pressão da água e levar à liquefação da carga.

Quando uma carga sólida a granel se liquefaz, ela pode se deslocar dentro do porão de um navio, tornando a embarcação instável. Uma carga liquefeita pode mudar completamente para um dos lados do navio, por exemplo. Se recuperar sua força e voltar a um estado sólido, permanecerá na posição deslocada, fazendo com que a embarcação incline. A carga pode então liquefazer novamente e mudar ainda mais, aumentando esse ângulo inclinado. A qualquer momento, a água pode entrar no casco do navio e este se tornar instável demais para recuperar o seu equilíbrio.

O problema


Muito se sabe sobre a física da liquefação de materiais granulares. No entanto, apesar da nossa compreensão deste fenômeno e das diretrizes em vigor para evitar que aconteça, a Organização Marítima Internacional tem códigos que regem a quantidade de humidade permitida em granéis sólidos , mesmo assim osnavios continuam afundando e levando sua tripulação consigo.

 

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Por que isso ainda acontece?


A resposta técnica, de acordo com Gourvenec, é que as orientações existentes sobre armazenamento e transporte de cargas sólidas a granel são simplistas demais. O potencial de liquefação depende não apenas da quantidade de humidade presente em uma carga a granel, mas também de outras características do material, como a distribuição do tamanho das partículas, a relação entre o volume de partículas sólidas e a densidade relativa da carga, bem como o método de carregamento e os movimentos do navio durante a viagem.

Motivos comerciais também desempenham um papel. Por exemplo, a pressão para carregar as embarcações rapidamente leva a um serviço mais vigoroso que pode aumentar a pressão da água nas cargas. Além disso, a “necessidade” de entregar a mesma tonelagem de material que foi carregado pode desencorajar a tripulação do navio a drenar cargas durante a viagem.

Como resolver


Para resolver esses problemas, a indústria naval precisa entender melhor o comportamento material das cargas sólidas a granel que estão sendo transportadas e criar testes apropriados para evitar liquefação.

De acordo com Gourvenec, novas tecnologias poderiam ajudar, como sensores no porão de um navio que monitorem a pressão da água na carga. Ou a superfície da carga poderia ser monitorada com lasers, para identificar quaisquer alterações em sua posição.

O desafio é desenvolver uma tecnologia rápida de instalar, barata e robusta o suficiente para sobreviver ao carregamento e descarregamento da carga.

O ideal seria combinar dados sobre a pressão da água e o movimento da carga com dados sobre o clima e os movimentos do navio para produzir um alerta em tempo real sobre se a carga está prestes a se liquefazer ou não.

 

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Com esta informação , a tripulação poderia então agir para evitar, por exemplo, que a pressão da água subisse muito ao drená-la dos porões de carga, ou poderia mudar o rumo do navio para evitar mau tempo a fim de reduzir os movimentos do navio. Se nada disso fosse possível, ao menos a tripulação teria uma hipótese de evacuar o navio.

 

Desta forma, poderíamos superar o fenômeno de liquefação e garantir que menos navios e tripulações fossem perdidos no mar.

Fonte//Hypescience

 

sábado, 8 de setembro de 2018

Quanto mais fizer sexo, mais tempo irá viver, indica estudo

O sexo pode potencializar a imunidade e produzir telômeros maiores no corpo das mulheres

Ter sexo traz diversos benefícios para a saúde. Pesquisas anteriores relacionam o sexo ao bom humor e uma maior qualidade de vida. E agora, um novo estudo aponta que quanto mais sexo tivermos, mais tempo teremos de vida.

Como o estudo foi feito


O estudo foi dividido em duas fases: Na primeira, 918 homens com 45 a 59 anos de idade foram entrevistados sobre seus hábitos sexuais. Uma década depois, estes mesmos homens responderam a uma série de perguntas sobre a frequência em que tinham sexo.

Os investigadores concluíram que os homens que tinham sexo ao menos duas vezes por semana reduziram suas taxas de mortalidade pela metade.



A segunda fase do estudo contou com a participação de 129 mulheres com idades entre 20 e 50 anos. Elas responderam perguntas sobre suas vidas amorosas e o quanto estavam satisfeitas.

Após análise biológica, os cientistas descobriram que as mulheres que tinham mais sexo tinham uma vida amorosa satisfatória, apresentavam maiores telômeros, uma espécie de "capa" que protege os cromossomos, fazendo com que tenhamos um aumento na nossa esperança de vida

Conclusões


Os cientistas também afirmam que o sexo potencializa o sistema imunitário ao incentivar a produção de células que combatem doença.



Fonte//MinhaVida

quarta-feira, 5 de setembro de 2018

Será que faz o seu café da maneira correta?

Será que o café perfeito é uma coisa extremamente subjetiva e pessoal?

Não. De acordo com um novo estudo da Universidade Estadual do Kansas (EUA), no qual uma equipe passou muito tempo degustando e analisando café para descobrir exatamente como fazer a melhor xícara possível da bebida.

Aparentemente, existe uma maneira correta de fazer café, e tem tudo a ver com a temperatura da água.

Um segredo para deixar o café mais saboroso


A temperatura ideal

Sete degustadores profissionais do Centro de Análise Sensorial e Comportamento do Consumidor analisaram 36 diferentes atributos de sabor em várias amostras de café feitas com diferentes tipos de grãos e consumidos em diferentes temperaturas.

No fim das contas, a temperatura da água pode ser o fator determinante para um café ser considerado bom. A principal descoberta é que beber diretamente da água fervente é uma proibição absoluta.

Como regra geral, você pode utilizar a temperatura de 70° C, particularmente se estiver fazendo café da variedade arábica. Se estiver usando grãos da variedade robusta, consumi-los a uma temperatura de 60° C ou 50° C produz um sabor mais intenso.

Além disso, beber café com temperatura superior a 70° C pode resultar em ferimentos abrasivos.

Café pode causar câncer? Só se for muito quente, diz OMS


Não ferva

Existem vários outros componentes que podem melhorar o sabor do café, desde a moagem até a frescura dos grãos, incluindo a proporção entre café e água e a qualidade da água.

Uma vez que a maioria dos consumidores não têm muito controle sobre alguns desses componentes, não ferver a água do café e sim deixá-la na temperatura ideal de 70° C pode ser a maneira mais fácil de beber uma perfeita xícara dessa bebida incrível.

 

Fonte//Hypescience

terça-feira, 4 de setembro de 2018

Arqueólogos descobrem 'túmulos misteriosos' da era de Cleópatra

Uma expedição arqueológica egípcia-francesa descobriu os restos de um assentamento neolítico no delta do Nilo, informou com o Ministério de Antiguidades do Egito.

 

A descoberta foi feita em Tell el-Samara, na província de Dakahlia. Arqueólogos desenterraram os restos de edifícios e silos contendo vestígios de plantas e animais, bem como ferramentas de pedra e cerâmicas usadas pelos habitantes da Idade da Pedra da aldeia.

"A importância desta descoberta é que os assentamentos da era neolítica nunca foram descobertos antes nesta área… A descoberta permite que os arqueólogos estudem as sociedades pré-históricas que viviam no delta do Nilo antes do governo da Primeira Dinastia do Egito",

Nadia Khedr, chefe de antiguidades egípcias, gregas e romanas do Mar Mediterrâneo no ministério, disse que os cientistas vão estudar o material orgânico encontrado no local para obter uma visão mais profunda do surgimento da agricultura e da pecuária no Egito pré-histórico.

 

Fonte//SputnikNews

domingo, 2 de setembro de 2018

Gigantesco cargueiro fantasma sem tripulação aparece na costa da Birmânia

Um misterioso navio porta-contentores, sem qualquer tripulação ou carga a bordo, encalhou costa birmanesa, junto ao município de Thongwa, na região de Rangoon, antiga capital do país.




[caption id="attachment_1969" align="aligncenter" width="200"] Foto Zap[/caption]

Segundo revela o Myanmar Times, que cita a polícia local, um misterioso navio cargueiro não tripulado, sem qualquer carga a bordo, encalhou esta na quinta-feira na costa birmanesa, nas proximidades do município de Thongwa, na região de Rangoon.


Segundo a polícia de Thongwa, a embarcação, com o nome de "Sam Ratulangi PB 1600", foi vista pela primeira vez por pescadores, na terça-feira, a cerca de 11 quilómetros da vila de Thama Seitta.

[caption id="attachment_1970" align="aligncenter" width="200"] Foto Zap[/caption]

As grandes dimensões do navio fantasma, com 177 metros de comprimento e 28 metros de largura, tornam a sua aparência ainda mais misteriosa. De acordo com o jornal local Eleven, o navio pesa 26,5 toneladas. Quando, dois dias após o primeiro avistamento, oficiais da Marinha e militares birmaneses entraram a bordo do navio, “não encontraram nenhuma tripulação nem carga”, contou à imprensa local o deputado U Ne Winm Yangon, porta-voz do parlamento regional. “Foi muito surpreendente como um navio tão grande apareceu nas nossas águas“, afirmou.

 

U Aung Kyaw Linn, secretário-geral da Federação Independente de Navios Marítimos da Birmânia, revelou que o navio mantém condições de funcionamento. “Na minha opinião, o navio foi abandonado recentemente“, disse, o responsável, acrescentado que “deve haver uma razão para o barco ter abandonado”.

[caption id="attachment_1971" align="aligncenter" width="300"] Foto Zap[/caption]

 

De acordo com os dados registados no Maritime Telegraph, o" Sam Ratulangi PB 1600" foi construído em 2001 como um navio porta-contentores de 18,247 toneladas, e lançado ao mar sob bandeira indonésia. O navio desapareceu no Mar do Sul da China em 2009.

Fonte//MarDoPortoSanto

sexta-feira, 31 de agosto de 2018

As mudanças climáticas podem alterar todo o mundo

Para tentar adivinhar o que se poderá passar com os ecossistemas da Terra, temos que olhar para o passado. 

Num novo estudo, um grupo internacional de cientistas analisou registos fósseis para acompanhar as mudanças na vegetação do planeta à medida que a Terra aqueceu depois da última era glacial, há milhares de anos.


Os cientistas usaram seus dados para prever como será a vegetação no futuro, e tudo o que depende dela, também mudará.

 O planeta caminha para uma situação sem precedentes em termos de clima, disse o co-autor do estudo, Jonathan Overpeck, o reitor da Escola de Meio Ambiente e Sustentabilidade da Universidade de Michigan. "Isso torna muito mais difícil prever do que acontecerá."

 Os registros fósseis mostram que o mundo é muito sensível às mudanças de temperatura, o que sugere que se as emissões de combustíveis fósseis continuarem no ritmo atual, o aquecimento acelerado poderá levar a alteraçoes dramáticas na vegetação e nos ecossistemas por todo o mundo.

 Posteriormente, esse aquecimento pode levar a mudanças na quantidade de carbono que as plantas podem armazenar, o suprimento de água disponível e a biodiversidade global da qual dependemos não só para um ecossistema saudável e funcional.

Desde a última era do gelo, há 21 mil anos, até o início do Holoceno - a atual era geológica - o planeta aqueceu por volta de 4 a 7 graus Celsius (7 a 13 graus Fahrenheit). Se os gases de efeito estufa não forem substancialmente reduzidos, a magnitude do aquecimento que ocorreu ao longo de 11.000 anos após o fim da idade do gelo acontecerá num período muito mais curto, de 100 a 150 anos.

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Para decifrar como a vida vegetal mudou no passado, os cientistas analisaram fósseis de pólen e plantas de quase 600 locais em todos os continentes, exceto na Antártida. Eles dividiram as mudanças que observaram em duas categorias. Mudanças de composição, ou mudanças nas espécies de plantas na área, e grandes mudanças estruturais, como uma tundra que se transforma em  floresta ou uma floresta decídua que se transforma numa floresta perene. As várias mudanças foram classificadas como "grandes", "moderadas" ou "pequenas".


Depois, concentrando-se nos locais com mudanças moderadas ou grandes, os cientistas classificaram os locais, desta vez abordando o papel que as mudanças climáticas poderiam ter desempenhado nos turnos.

Eles usaram a mesma escala para analisar o clima (baixo, moderado ou grande). Em outras palavras, os pesquisadores procuraram determinar se as grandes mudanças eram devidas às mudanças climáticas ou ao resultado de, por exemplo, atividade humana ou grandes animais.


Os pesquisadores descobriram que o período de aquecimento após a última idade do gelo desempenhou um grande papel nas mudanças da vegetação em todo o mundo. As áreas que tiveram as maiores mudanças de temperatura também tenderam a ser aquelas com as maiores mudanças de vegetação, mostrou o estudo.


De fato, os cientistas descobriram que o aumento das temperaturas mudou grandemente a composição da vegetação em 71% dos locais por todo do mundo e a estrutura da vegetação em 67% dos locais. O aumento das temperaturas modificou moderadamente a composição em outros 27% dos locais e a estrutura em 28% dos locais.

 As mudanças na vida vegetal foram mais evidentes em latitudes médias a altas no Hemisfério Norte, assim como no sul da América do Sul, na região tropical e temperada do sul da África, na região do Indo-Pacífico, Austrália, Nova Zelândia e outros países da Oceania.

 Houve também algumas zonas que mostraram muito pouca mudança estrutural ou composicional na vegetação, de acordo com o jornal. Mas quase todos os locais com baixa mudança de composição também sofreram pequenas mudanças de temperatura.


Isso mostra que nosso planeta é altamente sensível a mudanças de temperatura, disse Overpeck. Mesmo que acabemos reduzindo as emissões de combustíveis fósseis e cumprindo as metas do Acordo de Paris, algumas alterações são inevitáveis, e afetariam menos da metade do planeta, disse ele.

Porem, se não cumprirmos as metas de Paris, "então teremos uma mudança muito maior em todo o planeta".

 Peter Verburg, professor de geografia ambiental da Universidade de Amsterdão que não fazia parte da pesquisa, disse que é difícil extrapolar as descobertas do estudo até os dias de hoje.

 O estudo foi "baseado em condições paleolíticas e a vegetação atual é incomparável, já que as atividades humanas mudaram a cobertura da terra de alguma forma em cerca de 80% da superfície terrestre", disse Verburg.

 "No entanto, o que aprendemos é que os ecossistemas são extremamente sensíveis às mudanças climáticas", disse ele.

 De fato, o novo estudo é "outra confirmação de que a mudança climática afetará enormemente o sistema da Terra e os ecossistemas dos quais dependemos", disse Verburg.

 O aquecimento do planeta está criando ecossistemas de seca em certas partes do mundo, como o oeste dos EUA, a Austrália e a Eurásia. "Então, o que estamos vendo no são regiões inteiras de desertificação por causa do aquecimento ", disse ele.

 "Também estamos vendo um grande aumento nos insetos e doenças nas florestas porque essas árvores estão sendo enfraquecidas pelo aquecimento", acrescentou.



Fonte//LiveSience

quinta-feira, 30 de agosto de 2018

Grande terremoto no Anel de Fogo pode destruir Califórnia

A enorme atividade sísmica no chamado Anel de Fogo do Pacífico nos últimos dois dias está a provocar grande preocupação entre os cientistas pois pode ser o prenúncio de um "terremoto" muito mais forte.

 

De acordo com Serviço Geológico dos Estados Unidos, em apenas 48 horas ocorreram 69 terremotos. Destes 16  foram classificados como muito fortes, ou seja de magnitude 4,5 ou mais. O território mais afetado foi a ilha de Fiji.

Segundo o artigo publicado no jornal britânico Daily Mail, o último  grande terremoto ocorreu em 1906 com a  magnitude 7,9.

Nesse ano, a cidade  de São Francisco foi destruída em 80%. O desastre causou mais de 3.000 mortes.

Em 19 de Agosto,  a mais de 550 quilômetros de profundidade ,no Anel de Fogo, houve um terremoto de magnitude 8,2, revelaram os cientistas. O epicentro foi profundo demais para causar tsunamique se acontecesse atingiria  Fiji e a Califórnia .

Fonte//SputnikNews

segunda-feira, 27 de agosto de 2018

Por que gira a Terra?

Todos os dias, a Terra gira uma vez ao redor de seu eixo, tornando o nascer e o pôr-do-sol uma característica quotidiana da vida no planeta. Isso acontece desde que se formou há 4,6 bilhões de anos, e continuará até o fim da sua existência, provavelmente quando o sol se transformar em uma estrela gigante vermelha e engolir o planeta. Mas por que gira a terra?

 

A Terra formou-se a partir de um disco de gás e poeira que girava em torno do sol recém-formado. Neste disco giratório, pedaços de poeira e rocha foram-se juntando para formar a Terra. Á medida que crescia, as rochas espaciais foram colidindo com o planeta, exercendo forças que o levaram a girar, explicou Smadar Naoz, astrofísico da Universidade da Califórnia, em Los Angeles.

O sol e o sistema solar formaram-se quando uma nuvem de poeira e gás entrou em colapso devido ao seu próprio peso. A maior parte do gás condensou-se para se tornar o sol, enquanto o material restante foi para o disco circundante que formava os planetas. Antes de entrar em colapso, as moléculas de gás e as partículas de poeira moviam-se para todas as direções, mas a certa altura, o gás e a poeira deslocaram- se só numa uma direção específica, colocando-se em sua rotação. Quando a nuvem de gás entrou em colapso, a rotação da nuvem acelerou, como acontece com os patinadores que giram mais rápido quando colocam os braços e as pernas para dentro.

 

Hoje, no entanto, alguns planetas tem uma rotação diferente. Vênus gira na direção oposta à Terra, e o eixo de rotação de Urano está inclinado em 90 graus. Os cientistas não têm certeza de como esses planetas ficaram assim, mas eles têm algumas teorias. Para Vênus, talvez uma colisão tenha provocado sua rotação. Ou talvez tenha começado a rotação como os outros planetas, mas com o tempo, o rebote gravitacional do sol nas nuvens espessas de Vênus, combinado com a fricção entre o núcleo e o manto do planeta, fez inverter a rotação. Um estudo de 2001 publicado na revista Nature sugeriu que as interações gravitacionais com o sol e outros fatores podem ter causado a mudança de rotação de Vénus.

 

No caso de Urano, os cientistas sugeriram que uma enorme colisão com uma grande metoro causassem a situação, informou a Scientific American.

 

Apesar desses tipos de distúrbios, tudo no espaço gira em uma direção ou outra. "Girar é um comportamento fundamental dos objetos no universo", disse Naoz.

 

Asteróides giram, estrelas giram, galáxias giram (leva 230 milhões de anos para o sistema solar completar um circuito ao redor da Via Láctea, de acordo com a NASA ). Alguns dos corpos celestes mais rápidos do universo são objetos densos e giratórios chamados pulsares, que são o restante de estrelas. Alguns pulsares, que têm um diâmetro aproximadamente do tamanho de uma cidade, podem girar centenas de vezes por segundo. O mais rápido, anunciado na Science em 2006 e batizado de Terzan 5ad , gira 716 vezes por segundo.

 

Os buracos negros podem ser ainda mais rápidos. Um deles, chamado GRS 1915 + 105, pode girar entre 920 e 1.150 vezes por segundo, segundo um estudo de 2006 publicado no Astrophysical Journal .

 

Mas a velocidade de rotação também diminui. Quando o sol se formou, fazia uma rotação em torno do sei eixo em quatro dias, mas hoje, uma rotação demora 25 . O seu campo magnético interage com o vento solar e faz desacelerar sua rotação.

 

Até mesmo a rotação da Terra desacelera. A gravidade da lua puxa a Terra de uma maneira que a diminui um pouco. Numa análise de 2016 na revista Proceedings of the Royal Society um dos eclipses antigos mostrou que a rotação da Terra diminuiu em cerca de 6 horas nos últimos 2.740 anos. Isso traduz-se em 1,78 milissegundos num século.

 

Fonte//LiveSience

domingo, 26 de agosto de 2018

Fernando Pimenta campeão do mundo de K1 5.000

Fernando Pimenta sagrou-se campeão do mundo de K1 5.000 metros, nos Mundiais de canoagem que decorrem em Montemor-o-Velho, depois de ter conquistado o ouro nos 1.000 metros.

 

O canoísta português revalida assim o título dos 5.000 metros, repetindo o êxito alcançado em Racice, na República Checa, em 2017.

 

 

Fernando Pimenta completou a prova em 21.42,196 minutos, batendo o dinamarquês René Poulsen, por 1,527 segundos, enquanto o espanhol Javier Hernanz terminou em terceiro, a 4,369.

No sábado, o canoísta sagrou-se campeão do mundo em K1 1.000 metros. O tricampeão europeu completou a prova em 3.27,666 minutos, batendo por 725 milésimos de segundo o alemão Max Rendschmidt, que ficou com a medalha prata, enquanto o checo Josef Doostal foi o terceiro classificado, a 1,511 segundos do português.

 

Antes da vitória de sábado ,Fernando Pimenta tinha conquistado a medalha de bronze em K1 1.000 nos Mundiais de 2015 e a prata em 2017.

 

Fonte//ZapAeiou

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