Mostrar mensagens com a etiqueta Doenças. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Doenças. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 23 de agosto de 2019

Cigarros electrónicos danificam artérias e vasos sanguíneos

Os e-cigarros ou cigarros electrónicos têm sido considerados uma alternativa mais segura para os fumadores, e têm sido usados ​​para 'vape' nicotina e THC. No entanto, um estudo indica não serem realmente a melhor opção.
Um estudo publicado na terça-feira na revista médica Radiology revelou que os cigarros electrónicos podem, de fato, danificar os vasos sanguíneos dos utilizadores, mesmo depois de usar apenas uma vez.


Photo Pixabay

Autoridades americanas investigam se os cigarros eletrónicos provocam convulsões


E-cigarros ou 'vapes' são frequentemente tidos como alternativas mais seguras para os cigarros regulares, inventados por um farmacêutico chinês, especificamente  para prevenir o câncer e outras doenças relacionadas com o tabagismo.
Investigadores da Universidade da Pensilvânia supervisionaram 31 exames de ressonância magnética em 31 adultos saudáveis, não fumadores e mediram o fluxo sanguíneo antes e depois de fumar um cigarro electrónico sem nicotina.
Os sujeitos tinham idades compreendidas entre os 18 e os 35 anos e foi-lhes solicitado a inalar durante 16, 3 segundos o vape de um e-cigarro.






Os investigadores descobriram uma mudança na artéria femoral, a artéria que transporta o sangue para a coxa e perna, após um única utilização de e-cigarros, de acordo com um comunicado de imprensa divulgado pela Penn Medicine .
Para avaliar a reatividade vascular, os investigadores constringiram os vasos da coxa dos participantes do estudo com uma braçadeira e mediram a rapidez com que o sangue fluía após a sua utilização. Usando um procedimento de ressonância magnética multi-paramétrico, os investigadores examinaram a artéria e a veia femoral na perna antes e depois de cada episódio de vaping para ver como a função vascular mudava ”, explicou a publicação.


Photo Pixabay

Fumar ou ficar obeso, qual o pior?

O endotélio, que reveste a superfície interna dos vasos sanguíneos, é essencial para uma circulação sanguínea adequada. Quando o endotélio é danificado, as artérias ficam mais espessas e o fluxo sanguíneo para o coração e para o cérebro pode ser cortado, resultando em ataque cardíaco ou derrame ”, acrescentaram os cientistas.
Em média, foi registada uma “redução de 34% na dilatação da artéria femoral”, uma “redução de 17,5% no pico do fluxo sanguíneo, uma redução de 20% no oxigénio venoso e uma“ redução de 25,8% na aceleração do sangue”.







Alessandra Caporale, principal autora do estudo, afirma que os resultados demonstram "mudanças significativas" no revestimento interno dos vasos sanguíneos após a utilização de e-cigarros.
Os investigadores disseram que, apesar de serem necessários mais estudos para confirmar os efeitos físicos negativos do e-cigarro a longo prazo, suas descobertas mostram que os cigarros electrónicos são "potencialmente muito mais perigosos do que se supunha anteriormente".
Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) estão investigando uma série casos de problemas pulmonares relatados em todo o país para ver se está relacionada com o e-cigarro.
Todos os pacientes afirmaram ter tido problemas semelhantes, incluindo dor no peito, tosse, falta de ar e vómitos em alguns casos, não tendo sido identificado ainda o químico responsável pelos problemas



As 5 substâncias mais viciantes na Terra




Fonte//SputnikNews











segunda-feira, 22 de abril de 2019

O que é Candida auris, o perigoso fungo resistente a medicamentos


Em 2015, a especialista em doenças infeciosas Johanna Rhodes, do Imperial College London, recebeu uma chamada de emergência de um hospital nos arredores de Londres

Dois pacientes tinham uma infeção que parecia resistente aos medicamentos e estava se espalhando pelo hospital sem que ninguém entendesse como.
"Até aquele momento a comunidade cie.ntífica praticamente não havia ouvido falar do Candida auris", conta Rhodes à BBC News Mundo, o serviço em espanhol da BBC



Photo Wikipédia

Consumo de carne vermelha aumenta o risco de câncer de intestino



"No hospital havia dois pacientes infetados com o micro-organismo, mas não parecia algo muito sério, até que perceberam que o fungo havia se espalhado pelas paredes, pelos móveis e por toda superfície do local", diz ela.
O fungo era muito difícil de identificar porque ninguém sabia direito o que estava procurando. “Aí chamaram-me para que os ajudasse a entender o que era e como e por que ele se propagava", diz Rhodes. O problema maior é que o fungo não estava se espalhando apenas pelo hospital de Londres, mas por todo mundo.
"Não sabemos qual a sua origem, mas ele foi identificado pela primeira vez em 2009, ao ser isolado após ter sido encontrado no canal auditivo de um paciente na Coreia do Sul", explica a especialista.
Alguns anos mais tarde, ele apareceu no Japão e começaram a surgir surtos na Índia, na África do Sul, na Venezuela, na Colômbia, nos Estados Unidos, no Reino Unido e na Espanha.
O nome do micro-organismo é parecido com o fungo Candida albicans, um dos principais causadores de candidíase, pois ambos são do mesmo gênero (Candida) mas são espécies bem diferentes. A candidíase por Candida albicans é uma doença comum que pode afetar a pele, as unhas e órgãos genitais, e é fácil de tratar.



Já a infeção pelo Candida auris é resistente a medicamentos e pode ser fatal, explica à BBC Brasil o infectologista Arnaldo Lopes Colombo, professor da Unifesp e especialista em contaminação com fungos.
Segundo o infectologista, é possível ser infetado de forma passageira pelo C. auris na pele ou na mucosa sem ter problemas. O fungo apresenta risco real se contaminar a corrente sanguínea.
Para a pessoa ser infetada, é preciso que tenha sofrido procedimentos invasivos (como cirurgias, uso de cateter venoso central) ou tenha o sistema imunológico comprometido. Pacientes internados em unidades de terapia intensiva por longos períodos e com uso prévio de antibióticos ou antifúngicos também são considerados grupo de risco para a contaminação.
Algumas pesquisas apontam um índice de mortalidade de 59% para infeções com C. auris, segundo o médico André Mário Doi, patologista do setor de microbiologia do Hospital Albert Einstein e autor de estudos sobre a espécie.
Janiel Nett, professora assistente do Departamento de Medicina e Microbiologia Médica e Imunológica da Universidade de Winsconsin, nos EUA, disse à BBC Mundo que diferentes variantes do fungo começaram a aparecer em quatro continentes ao mesmo tempo.
"Uma aparição assim simultânea não tem precedentes", afirma Rhodes, do Imperial College, de Londres. "E o que mais nos preocupa é que todas as variantes mostraram uma forte resistência aos medicamentos."


Photo Sience Photo Library

Cientistas imprimem em 3D o primeiro coração humano partir de células de pacientes


Colombo explica que isso é resultado do processo evolutivo do fungo. "O Candida auris sofreu um processo de especialização. Nasceu em uma época em que há muito uso de substâncias antimicrobianas, muitos antifúngicos, e nesse ambiente de pressão seletiva a espécie se torna resistente", explica o infectologista da Unifesp.
Os antifúngicos matam quase todos os fungos, mas alguns sobrevivem, justamente os que possuem mutações que os tornam resistentes ao veneno. Estes reproduzem-se, e as gerações seguintes herdam os genes que tornaram os antepassados resistentes. A espécie vai, assim, se tornando cada vez mais resistente a medicamentos.
Nett explica que mais de 90% das infecções causadas pelo Candida auris são resistentes ao menos a um medicamento, enquanto 30% são resistentes a dois ou mais remédios.
O hospital em Londres onde Rhodes identificou o fungo em 2015 acabou conseguindo erradicá-lo, mas não foi fácil.





Uma das principais "habilidades" adquiridas pelo C. auris é a de persistir no ambiente inanimado, ou seja, ficar vivo fora do corpo humano. "Ele contamina o ambiente hospitalar e sobrevive durante semanas", diz Colombo.
O fungo também consegue sobreviver na boca e na pele de pessoas que já foram tratadas: a pessoa é curada da infeção na corrente sanguínea, mas o fungo sobrevive superficialmente por dias.
Segundo a Anvisa, o modo exato de transmissão não é conhecido. "Evidências iniciais sugerem que o organismo pode se disseminar em ambientes médicos por contato com superfícies ou equipamentos contaminados, ou de pessoa para pessoa", afirma a agência.
No entanto, a experiência durante os surtos registrados aponta que o fungo pode "contaminar substancialmente o ambiente de quartos de doentes infetados."
"A transmissão diretamente de artigos e equipamentos de assistência ao paciente (tais como estetoscópios, termômetros, esfigmomanómetros, entre outros) é um risco particular, porém isso não impede a transmissão através das mãos dos profissionais de saúde e as necessidades de higiene das mãos devem ser rigorosamente respeitadas."



Photo Pixabay

Comer muita proteína animal pode diminuir a esperança de vida


Os Estados Unidos tiveram um total de 537 casos de Candida auris, a maioria em hospitais. Segundo o CDC (Centro de Controle de Doenças dos EUA), quase metade dos pacientes que contraíram o fungo morreram em noventa dias.
Embora o fungo seja um potencial problema de saúde pública, Rhodes diz que as pessoas não devem se preocupar em excesso.
Em 2017, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) emitiu um comunicado de risco relatando surtos de Candida auris em serviços de saúde da América Latina, descrevendo o fungo como uma ameaça à saúde global.
Segundo a Anvisa, o primeiro surto na América Latina foi detetado em Maracaibo, na Venezuela, em 2013, afetando 18 pacientes 13 deles eram bebês. O país teve outros casos, alguns que não chegaram a ser oficialmente registados, segundo Jaime Torres, chefe da seção de doenças infeciosas do Instituto de Medicina Tropical da Universidade Central da Venezuela.
"Não creio que vamos ter uma epidemia de Candida auris na Venezuela, mas cremos que ele pode causar infeção em pacientes que já estão doentes", disse Torres à BBC Mundo.


Má alimentação provoca uma em cada cinco mortes

Autoridades americanas investigam se os cigarros eletrónicos provocam convulsões

O aquecimento global vai permitir a expansão de doenças tropicais

Fonte//BBC



domingo, 31 de março de 2019

O aquecimento global vai permitir a expansão de doenças tropicais


Se o aquecimento global continuar, cerca de mil milhões de pessoas ficarão sujeitas a contrair doenças como a febre dengue, afirmam cientistas que estudaram as temperaturas no mundo e concluíram que as doenças de climas tropicais estão em expansão.
Os investigadores afirmam que estas doenças, de origem tropical, chegarão a zonas do globo cujo clima atual é pouco favorável é procriação dos mosquitos, provocando epidemias devido aos vírus que estes propagam.


Photo Pixabay

A “vaquita” está mesmo em vias de extinção, vítima das redes de pesca


As alterações climáticas são a maior e mais complexa ameaça à saúde mundial”, afirmou o biólogo Colin Carlson, da universidade norte-americana de Georgetown, em Washington, referindo que “os mosquitos são só uma pequena parte do problema”, tendo a preocupação aumentado depois da epidemia de Zika no Brasil em 2015.
O estudo, publicado esta sexta-feira no boletim científico PLOS, baseou-se no registo mensal das temperaturas mundiais.
Nos próximos cinquenta anos, em quase todo o mundo, as pessoas estarão suscetíveis de contrair doenças sazonais dos trópicos. Zonas, até agora demasiado frias para a existência desses vírus como a América do Norte, a Europa e zonas montanhosas dos trópicos, vão ter que viver com estas novas doenças, como a dengue.





Á medida tempo que o clima aquece, potencia o aumento da população de mosquitos, e nas zonas onde estes já existem e propagam essas doenças o risco pode até diminuir  pois porque fica demasiado quente para os insetos sobreviverem.
Más notícias por um lado e boas notícias por outro, mas acaba por ser mau, porque numa região em que fique demasiado quente para a transmissão do dengue há outras ameaças para a saúde que são igualmente graves.

Temperatura no Ártico vai aumentar de 3 a 5 graus até 2050

Aumento na força das ondas colocam em risco áreas costeiras

A extinção de espécies de insetos indica “colapso da natureza"


Fonte//Plos




quarta-feira, 27 de março de 2019

Cinco maus hábitos que podem provocar uma morte prematura


É difícil acabar com os maus hábitos, mesmo quando eles prejudiciais à saúde. Há várias práticas que os especialistas associam a uma morte prematura. Antes de sugerir que estas atividades possam ser prejudiciais, os investigadores estudaram grandes grupos de pessoas durante muito tempo.


Photo Pixabay

Terapia celular pode substituir a necessidade de transplantes renais



Num desses estudos, publicado na revista Circulation, os cientistas descobriram que o alto consumo de refrigerantes estava relacionado a uma morte prematura. Numa grande revisão de dois estudos publicados no mesmo periódico no ano passado, os cientistas identificaram cinco hábitos que podem estar ligados a uma esperança de vida significativamente mais curta.

Beber refrigerantes, sumos e outras bebidas muito açucaradas parece fazer-nos muito mal. De facto, um novo estudo, ao longo de 34 anos e com mais de 118 mil pessoas, sugeriu que quanto mais açúcar as pessoas bebiam, maior a probabilidade de morrerem de problemas como os cardíacos. No entanto, como muitos estudos de nutrição, este apenas envolveu observar as pessoas ao longo do tempo. Isto significa que a investigação não pode concluir definitivamente que as bebidas açucaradas são más, apenas pode sugerir que poderão ser.






De facto, de acordo com a International Sweeteners Association, não há evidências que os adoçantes de baixas calorias possam aumentar o risco de mortalidade, com base em evidências científicas. Em nota enviada à redação, a ISA garantiu que a segurança dos adoçantes de baixas calorias aprovados foi confirmada pelas autoridades reguladoras a nível mundial, como o Comité misto FAO/OMS de peritos no domínio dos aditivos alimentares (JECFA), a agência US Food and Drug Administration (FDA) e a Autoridade Europeia para a Segurança dos Alimentos (EFSA).

Neste artigo, as análises de dois estudos concluíram que o consumo de bebidas açucaradas artificialmente (ASBs), apenas na categoria de ingestão de mais de quatro porções por dia, estava associada à mortalidade causada por doença cardiovascular apenas no estudo realizado em mulheres, mas não no dos homens. “É igualmente importante referir que nenhuma associação com mortalidade causada por cancro foi encontrada em nenhum dos estudos”, escreve a ISA.

Se está preocupado com o hábito de beber e comer, há muito que fazer para neutralizar os problemas associados às bebidas açucaradas. Além de evitar refrigerantes e sumos, os mais recentes estudos sugerem que um plano de refeições focado em vegetais, proteínas e gorduras saudáveis é benéfico, e ajuda a perder peso, manter a mente atenta e protege o coração e o cérebro.





As melhores dietas, ligadas a uma vida mais longa. Envolviam muito consumo de vegetais, nozes, grãos integrais, gorduras saudáveis (peixe e azeite) e baixa ingestão de bebidas açucaradas, doces e pães processados, carnes vermelhas e processadas e sal
Fumar mata. Além do cancro, o tabagismo causa doenças cardíacas, derrame, doenças pulmonares, diabetes e doença pulmonar obstrutiva crónica, que inclui enfisema e bronquite crónica, de acordo com os Centros de Controle e Prevenção de Doenças.




Photo Pixabay

O álcool altera nosso DNA e faz querer beber ainda mais


Os fumadores inalam tabaco queimado e alcatrão, juntamente com metais tóxicos, como cádmio e berílio, e elementos como o níquel e o cromio que se acumulam naturalmente nas folhas da planta do tabaco.
Não é surpresa que os estudos concluam que o não fumar esteja ligada à vida mais longa. “O tabagismo é um forte fator de risco independente de cancro, diabetes, doenças cardiovasculares e mortalidade”, escreveram investigadores. “O deixar de fumar foi associado a uma redução destes riscos excessivos”.

Em geral, o sedentarismo parece ser terrível para a saúde. Mas levantar-se de vez em quando para fazer exercícios aeróbicos regulares é uma maneira totalmente natural de elevar o humor, melhorar a memória e proteger o cérebro contra o declínio cognitivo relacionado à idade.
Uma grande quantidade de estudos sugere que, qualquer tipo de exercício que aumenta a frequência cardíaca e exercício durante algum tempo, tem um efeito significativo e benéfico sobre o cérebro. “O exercício aeróbico é a chave para o seu cerebro, assim como é para o coração”, foi publicado num artigo recente no Mind and Mood, da Harvard Medical School. A maioria dos estudos sugere que o melhor tipo de exercício aeróbico para a mente é qualquer coisa que se possa fazer consistentemente durante 30 a 45 minutos de cada vez.




Pessoas que pesam acima ou abaixo da média parecem enfrentar um risco ligeiramente maior de morte por uma série de causas, de acordo com um grande estudo recente que avaliou o peso das pessoas usando o índice de massa corporal (IMC).
Investigadores gostam de usar o IMC para avaliações rápidas de grandes grupos de pessoas. De um modo geral, um IMC entre 18,5 e 24,9 é considerado dentro do “intervalo saudável” para adultos com mais de 20 anos.
As pessoas que se enquadravam nessa faixa de IMC tendiam a viver mais do que os outros. As pessoas que tinham IMCs que estavam acima ou abaixo da “faixa saudável” tiveram vidas mais curtas do que as pessoas com IMCs que se enquadravam nesses parametros. Contudo, o IMC está longe de ser um meio perfeito de medir a saúde geral.
Photo Pixabay


As 5 substâncias mais viciantes na Terra


A medida, que data de 1830, não tem em conta fatores-chave, incluindo a gordura corporal total, o sexo, a composição muscular ou a quantidade de gordura. A gordura abdominal, é também importante para o IMC, devido às fortes ligações com a saúde do coração e diabetes.
Tem sido difícil definir a relação precisa entre beber e saúde geral. Um pouco de álcool, como uma ou duas bebidas por dia, parece estar bem. Mais do que isso, já só faz-nos mal. As bebidas mais perigosas são as de alto teor de álcool. O consumo excessivo de bebidas definido pelo CDC é oito ou mais doses por semana para mulheres e 15 ou mais doses por semana para homens. Beber compulsivamente, quatro doses se for mulher e cinco doses se for homem em duas horas, pode prejudicial.
Outros problemas ligados ao consumo excessivo de álcool incluem cancro, doenças cardíacas, doenças respiratórias e ferimentos.

Oito hábitos que aumentam a esperança média de vida

Sexo faz bem ao corpo e á mente

Cientistas pensam ter descoberto processo para retardar o envelhecimento