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quinta-feira, 19 de setembro de 2019

Novo Bioreator pode ser a solução para as emissões de CO2

Um novo bioreator de algas pode absorver tanto dióxido de carbono da atmosfera como cerca de um hectare de floresta. Este bioreator poderá ser o pulmão das grandes cidades, limpado o ar e combatendo as mudanças climáticas catastróficas.


Photo Futurism

Anomalia no Pacífico ameaça o regresso do 'The Blob'


A empresa de desenvolvimento Hypergiant Industries usou sistemas de IA para fazer seu recém-anunciado protótipo Eos Bioreactor, uma caixa com 63 pés cúbicos cheia de algas. A startup diz que extrai da atmosfera tanto CO2 como cerca de 400 árvores e o mantém fora do meio ambiente.
É uma realidade que para combater a ameaça das mudanças climáticas temos que reduzir as emissões e em alternativa conseguir um meio de captura de CO2. Até agora ninguém tinha conseguido 

construir um sistema que capturasse o CO2 a uma escala que fosse tecnicamente sustentável e viável.
Os biorreatores de algas adotam uma abordagem biológica para o retenção do carbono. Já é um conceito estabelecido, e esta sendo testado na Estação Espacial Internacional. As algas multiplicam-se quando absorvem o dióxido de carbono. Teoricamente, estas algas poderiam ser colhidas para uso como material para vários fins, tal como adubos ou fonte de proteína na dieta.

Um porta-voz da Hypergiant disse ao Futurism que a empresa planeia construir variantes pequenas que possam ser utilizadas pelas pessoas em edifícios particulares, residências e escritórios.
"Este dispositivo é um dos nossos primeiros esforços focados em preservar o planeta em que vivemos", disse o CEO da Hypergiant, Ben Lamm, em conferencia de imprensa "Esperamos inspirar e colaborar com outras pessoas para fazerem o mesmo missão."

Este artigo foi publicado originalmente por Futurism






quinta-feira, 4 de abril de 2019

Agricultura e pecuária emitem mais gases efeito estufa que a produção de energia


Todo o mundo está preocupado com as emissões de gases de efeito estufa e fazem esforços para os reduzir, mas o ex-secretário de Energia, Steven Chu, alerta para o facto da agricultura e a pecuária estarem no topo da lista das emissões, particularmente a pecuária.
O físico vencedor do Prêmio Nobel pesquisou as indústrias mundiais mais poluentes nas emissões carbono numa palestra na Universidade de Chicago, indicou em primeiro lugar a produção de carne e laticínios.


Photo Pixabay

Os objetivos climáticos do Acordo de Paris



"Se o gado e as vacas leiteiras fossem um país, eles teriam mais emissões de gases do efeito estufa do que toda a UE", disse Chu, que recentemente assumiu a presidência da Associação Americana para o Avanço da Ciência.
Chu apontou as emissões de gases de efeito estufa na produção de carne e laticínios juntamente com outras práticas agrícolas, como o uso de fertilizantes, e mudanças no uso da terra, e desflorestação. Ele verificou que os gases de efeito estufa resultantes da agricultura são um problema maior do que as emissões na produção de energia.


Chu descreveu os efeitos antinaturais da agricultura industrial, o que ele chamou de "milho geneticamente modificado", que dedica toda a sua energia vital a produzir grãos gigantes, porcos que chegam aos 80 quilos em questão de meses, perus tão pesados ​​que não podem acasalar e têm ser inseminadas artificialmente, resumindo, um planeta dominado por animais modificados e criados e abatidos para alimentar humanos.
"Deixe-me dizer-lhe como a massa de carbono dos animais é distribuída", disse Chu, referindo-se a um estudo recente de biomassa na Terra. "Os seres humanos e os animais que este comem são 96% da massa de carbono (dos mamíferos) no mundo".

Podemos estar a retroceder climaticamente 50 milhões de anos

O aquecimento global leva cada vez mais a situações climáticas extremas

A extinção de espécies de insetos indica “colapso da natureza"


Fonte//Forbes


quarta-feira, 1 de agosto de 2018

Gases com efeito de estufa atingiram níveis recorde em 2017

Os gases com efeito de estufa atingiram níveis recorde em todo no mundo em 2017, um ano marcado por temperaturas anormalmente elevadas e uma fusão do gelo sem precedentes no Ártico, segundo um documento de referência publicado hoje.

 

relatório anual publicado pela agência dos EUA para os oceanos e a atmosfera, NOAA, e pela sociedade norte-americana de meteorologistas divulga um conjunto de indicadores que mostra a aceleração em 2017 do aquecimento do planeta.

Este aquecimento resulta da combustão de energias fósseis, que aumentam a concentração de gases com efeito de estufa na atmosfera.



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